Agora você confere as principais notícias de 15/07/19 segunda-feira.

Governo quer reduzir de 27,5% para 25% alíquota máxima do Imposto de Renda

Principal medida após as alterações nas regras da Previdência, a reforma tributária a ser proposta pelo Ministério da Economia vai reduzir a alíquota máxima do Imposto de Renda para pessoas físicas, de 27,5% para 25%, e empresas, de 34% para 25%.

Além disso, o governo vai aumentar a faixa salarial isenta do pagamento do tributo.

As mudanças no IR devem ser propostas em agosto e representarão uma das pernas do tripé da reforma tributária em construção pelo governo. Antes disso, o governo pretende propor a fusão de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, CSLL e IOF) no imposto único federal.

O imposto único representa outra ponta e, segundo as projeções atuais do ministério, precisará ter uma alíquota de 15% (antes, esse número era calculado em 14%).

O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, tem analisado como baixar o percentual. Uma das opções é transferir a CSLL para o Imposto sobre Pagamentos (IP), novo tributo a ser aplicado a qualquer transação e que equivale ao terceiro pilar das mudanças.

Com isso, seria aumentada a alíquota do IP do 0,3% estudado atualmente para 0,5% (para cada ponta da transação, pagador e recebedor). Ou seja, uma operação de R$ 5.000 recolheria R$ 50 de imposto. Antes, o percentual era calculado em 0,45%.

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Indicado para embaixador nos EUA, Eduardo Bolsonaro se reúne com o presidente sábado e domingo

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu pela segunda vez neste fim de semana no Palácio da Alvorada com o pai, o presidente Jair Bolsonaro, dias após o mandatário da República anunciar que pretende indicá-lo para a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos. Eduardo passou cerca de 40 minutos no Alvorada acompanhado da mulher. O senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) também acompanhou o encontro.

Tanto no sábado como no domingo, o deputado não falou com imprensa nem com o público que fica do lado de fora da residência presidencial. Do lado de dentro, Jair Bolsonaro está se recuperando após ter extraído um dente na tarde da sexta-feira e, até agora, não deixou o palácio neste fim de semana.

A possibilidade de Eduardo assumir um dos principais postos da diplomacia foi criticada, no sábado, por apoiadores do presidente, como o escritor Olavo de Carvalho e a deputada estadual de São Paulo Janaína Paschoal (PSL).

O guru do Bolsonarismo disse que seria um “retrocesso” e a “destruição” da carreira do deputado. A deputada, autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, disse não questionar a capacidade do “03”, nem a possibilidade jurídica, mas afirmou que, por ter sido o deputado mais bem votado da história, ele teria uma posição de liderança e precisaria exercer esse papel.

“Eduardo tem muito a fazer na Câmara e na presidência estadual do PSL. Sei que o convite é muito tentador. Mas o certo é recusar. Ele assumiu responsabilidades no Brasil. Precisa cumprir. Basta agradecer a deferência e declinar”, disse a deputada.

o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez ressalvas à possível indicação, mas disse que iria “esperar a decisão do presidente.” “Ele (Eduardo Bolsonaro) é um colega, não vou ficar criticando um colega. Tenho dúvidas se o Eduardo pode ter uma nomeação que não seja de ministro”, comentou Maia, também no sábado.

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Conservadores da Argentina buscam aproximação com Bolsonaro

Candidatos às eleições de outubro na Argentina têm se inspirado no sucesso do conservadorismo no Brasil e disputam o título de “Bolsonaro argentino”. Na briga pela presidência, Juan José Gómez Centurión é o candidato, um veterano da Guerra das Malvinas que já fez parte do governo do presidente Mauricio Macri. No interior, o deputado Alfredo Olmedo, pré-candidato ao governo de Salta (uma das províncias mais pobres do país), é quem levanta bandeiras contra a “ideologia de gênero” e a favor das “duas vidas”, ou seja, contra a legalização do aborto.

Militar reformado, Centurión tem como candidata a vice a diplomata Cynthia Hotton. Ambos tiveram, na quarta-feira, uma reunião por videoconferência com Steve Bannon, ex-estrategista de campanha de Donald Trump, agitador de uma onda nacionalista de direita em todo o mundo e com contato com a equipe de Bolsonaro. Foi a quarta reunião de Cynthia com o americano e a primeira de Centurión.

“Bannon está interessado em acompanhar o que está acontecendo na Argentina e lhe pareceu muito interessante nossa chapa”, disse Cynthia. Sobre a possibilidade de o americano trabalhar na campanha, a diplomata afirmou apenas que eles seguirão em contato. “Vamos continuar conversando. O que todos veem é que nossa chapa tem muita semelhança com a de Bolsonaro. Centurión é um católico muito comprometido com os valores. Eu sou evangélica. Há várias coincidências.”

Redação Dinheirama
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