Agora você confere as principais notícias de 26/04/19 sexta-feira.

Justiça nega pedido de Flávio Bolsonaro para interromper investigação sobre Queiroz

A Justiça do Rio de Janeiro negou na quinta-feira (25) pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL) para interromper a investigação conduzida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) contra seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), alegou que durante a investigação, a pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ), seu sigilo bancário foi quebrado sem autorização judicial.

O desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, da 3.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), negou o pedido do senador alegando que a investigação não se baseia em dados sigilosos obtidos irregularmente.

Queiroz é investigado porque o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou uma movimentação considerada atípica em sua conta bancária. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão passou pela sua conta, como revelou o jornal O Estado de São Paulo  em dezembro de 2018. Durante esse período, Queiroz atuava como assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, que era então deputado estadual.

‘Carlos tem liberdade para expor suas ideias’, defende Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) saiu em defesa de seu filho na noite desta quinta-feira (25) e afirmou que o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) tem liberdade para expor suas ideias nas redes sociais.

Nos últimos dias, o parlamentar apelidado de “pitbull” fez uma série de ataques ao vice-presidente Hamilton Mourão, gerando uma crise com o núcleo militar do Palácio do Planalto.

Para tentar superar o mal-estar, o presidente defendeu tanto Carlos como Mourão e disse que o episódio é “página virada”, apesar de o vereador ter dado prosseguimento às críticas ao general da reserva.

“Sem problema nenhum. O Carlos tem a sua posição, a sua liberdade para expor as suas ideias no Twitter, onde quer que for, como uma pessoa qualquer”, disse, em live semanal.

Na mesma gravação, o presidente contou que promoveu um café da manhã com jornalistas nesta quinta-feira (25) e disse que pediu para colocar o conteúdo no canal oficial do presidente no YouTube.

“Eu pedi autorização para eles [jornalistas] e eles concordaram que podemos publicá-lo. Nós estamos acertando aqui com o Carlos, que tem o canal nosso no YouTube, para publicar isso aí”, disse.

O filho do presidente coordena, desde a campanha eleitoral, os perfis pessoais de Bolsonaro nas redes sociais. Na live, ele ironizou o fato de ter sido criticado por ter ficado três dias sem publicar conteúdos no Twitter.

Dólar volta a R$ 3,95 com avanço da Previdência

Após o dólar atingir R$ 4 na manhã desta quinta-feira (25), o mercado se acalmou com o avanço da tramitação da reforma da Previdência. O exterior operou em viés misto e o dólar permaneceu estável frente às principais moedas mundiais. Em resposta, a moeda americana recuou 0,77%, em comparação ao real e fechou cotada a R$ 3,95. A Bolsa voltou aos 96 mil pontos.

Na noite de terça (23), a reforma foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Na quarta, no entanto, o mercado brasileiro reagiu à forte valorização do dólar no exterior e aos dados negativos do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O dólar fechou a R$ 3,99 e a Bolsa recuou 1%.

Nesta quinta, o cenário externo esteve mais favorável, com as principais Bolsas globais em viés misto. O dólar se manteve estável em relação à véspera.

No Brasil, investidores viram como positivos os acenos do presidente Jair Bolsonaro à reforma e ao centrão. Em pronunciamento na noite de quarta, Bolsonaro defendeu a reforma e agradeceu Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara, pelo comprometimento com o projeto.

Com o dia favorável, o dólar recuou 0,77%, a R$ 3,9560. Dentre uma cesta de moedas emergentes, o real foi o que mais se valorizou.

Joe Biden, ex-vice de Obama, anuncia pré-candidatura à Casa Branca

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden anunciou, nesta quinta-feira (25), sua pré-candidatura à Casa Branca, pondo fim meses de expectativa e engrossando uma enorme lista de pré-candidatos do Partido Democrata para desafiar Donald Trump nas eleições de 2020.

“Os valores fundamentais deste país (…) nossa posição no mundo (…) tudo o que os Estados Unidos fizeram, tudo está em jogo. Por isso hoje estou anunciando minha candidatura para presidente dos Estados Unidos”, tuitou Biden. Mesmo antes do anúncio oficial, Biden já liderava as pesquisas de opinião sobre as primárias do Partido Democrata.

Trump reagiu ao anúncio, questionando a capacidade mental de Biden de ganhar as primárias democratas. “Bem-vindo à corrida Joe the Sleeper [Joe, o dorminhoco]. Eu só espero que você tenha a inteligência, que sempre esteve em dúvida, para travar uma campanha pelas primárias com sucesso”, escreveu o presidente no Twitter.

O veterano político democrata de 76 anos se tornou, após o anúncio, o pré-candidato com mais experiência, com um profundo conhecimento do Congresso, onde foi senador, assim como do Executivo, após oito anos como vice-presidente de Barack Obama.

Biden, cuja popularidade entre a classe trabalhadora permanece intacta apesar de sua longa trajetória de quase meio século na política, é visto como uma aposta conhecida para o eleitorado. Agora deve competir com cerca de 20 candidatos que estão oficialmente em disputa para as prévias do partido.

Redação Dinheirama
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