Agora você confere as principais notícias de 27/11/2017, segunda-feira.

Lava Jato pressiona Andrade Gutierrez a delatar filho de Lula

Sem Gamecorp, Lulinha e teles, não tem acordo. Foi esse recado, dito sem rodeios, que negociadores da Andrade Gutierrez receberam de procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba neste mês.

O grupo Andrade Gutierrez é um dos controladores da Oi, operadora de telefonia que investiu R$ 82 milhões na Gamecorp, empresa que tem entre os seus sócios Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o filho mais velho do ex-presidente Lula.

O que os investigadores querem saber é por que a Oi colocou os R$ 82 milhões na Gamecorp, depois rebatizada de PlayTV, numa época em que a operadora acumulava prejuízo atrás de prejuízo e a empresa de Lulinha não dava retorno. A Oi está em recuperação judicial desde junho do ano passado, com dívidas de R$ 63,9 bilhões.

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Ex-secretário de Cabral endossou obras sob suspeita

A audiência pública sobre a reforma do Maracanã já se aproximava da terceira hora quando um grupo de manifestantes expôs toda sua insatisfação com a possibilidade de demolição do antigo Museu do Índio para dar mais espaço ao estádio.

Os índios lançaram um saco de fezes contra a mesa das autoridades, onde estava o ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner.

Braço-direito do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), ele permaneceu impassível, e seguiu com a audiência pública, sem ter se sujado. “Cancelar a audiência seria um atentado contra a democracia”, disse, à época.

Procurador do Estado concursado desde 1990, Fichtner foi por muitos anos a face pública em defesa de decisões polêmicas da gestão Cabral. Com mestrado e doutorado em Direito Civil pela USP, Universidade de Freiburg (Alemanha) e Uerj, as credenciais do ex-secretário serviam para dar “verniz jurídico” às decisões administrativas.

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Angela Merkel ganha apoio de líder conservador para retomar ‘grande coalizão’

O líder dos conservadores da Baviera, na Alemanha, decidiu apoiar uma aliança com os social-democratas, aumentando as chances de formação de uma nova “grande coalizão” para quebrar o impasse político na maior economia da Europa.

Nos últimos dias, uma série de negociações frustradas colocou em xeque o quarto mandato de Angela Merkel como chanceler do país. Após várias rodadas de conversas, Merkel não conseguiu formar um governo que incluísse o seu partido, CDU, a CSU, os liberais do FDP (Partido Democratas Livres) e os Verdes para chegar a uma maioria no governo.

Agora, ela recebeu um resgate político do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD).

Sob intensa pressão para preservar a estabilidade e evitar novas eleições, o SPD reverteu sua posição e concordou em conversar com a chanceler, aumentando a perspectiva de uma nova grande coalizão, que governou nos últimos quatro anos, ou um governo minoritário.

Redação Dinheirama
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