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Etapa como ministro da Fazenda está concluída, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira (22) que sua etapa à frente da pasta está concluída, ou seja, descartou a possibilidade de voltar ao cargo em governos futuros.

“Essa etapa de ministro da Fazenda está concluída, como eu tive lá atrás, também fui por oito anos presidente do BC”, disse em entrevista à rádio Itatiaia. “Estamos contemplando essa nova etapa de uma possível candidatura à Presidência da República”, disse, em entrevista à rádio Itatiaia.

Ele repetiu, entretanto, que tomará a decisão sobre uma eventual candidatura à Presidência até abril.

“Dentro de 40 dias estaremos tomando essa decisão de continuar o serviço público, mas aí ampliando o escopo, podendo colaborar com o país, servir de forma mais eficaz, mais abrangente”.

Meirelles descartou a possibilidade da criação de um novo imposto para investimentos em segurança.

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Sem Previdência, governo terá de cortar R$ 14 bi do Orçamento de 2019

Sem a aprovação da reforma da Previdência, o governo terá de cortar R$ 14 bilhões de outras áreas na proposta do Orçamento da União de 2019. Esta era a economia de despesas que o governo previa para o ano que vem com a aprovação da reforma.

Essa é a primeira e mais visível consequência da retirada da reforma da pauta da Câmara, depois que o presidente Michel Temer decretou intervenção federal no Rio – o que impede a tramitação de propostas de emenda à Constituição. Para este ano, o impacto da reforma da Previdência nas contas estava previsto em R$ 5 bilhões, mas o governo já não contava com esses recursos do Orçamento.

Para reduzir as despesas no ano que vem, o ministro antecipou que o governo vai reforçar a revisão de políticas públicas e programas, para saber onde cortar. Segundo Oliveira, poderá, por exemplo, haver unificação de programas. Mas não quis citar exemplos. “O processo é sigiloso e é preciso cautela neste momento”, afirmou.

“A partir de agora, começa um trabalho muito duro de análise e revisão das reais necessidades de recursos de cada programa e, principalmente, da efetividade e suscetibilidade a fraudes”, disse. Segundo ele, o trabalho do Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas, que já vem promovendo iniciativas desse tipo, será ampliado. O Comitê já promoveu a revisão do auxílio-doença, Fies e seguro-defeso – com reduções de gastos bilionários para o governo. E está em andamento o trabalho com o BPC (Benefício de Prestação Continuada, pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) e com o Bolsa Família.

“Não é questão de gordura. É questão de focalização de recursos em programas que tenham níveis de efetividade maior”, disse. Na prática, isso significa que os programas que dão mais resultados terão mais recursos.

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Para Maia, possível candidatura de Temer é ‘direito legítimo’ do presidente

Um dia depois de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que a intervenção no setor de segurança do Rio de Janeiro teria motivação política por parte do presidente Michel Temer (MDB), hoje foi a vez de um dos principais aliados do Palácio do Planalto dar declaração semelhante.

Durante visita a Belo Horizonte, ao lado do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou “esperar” que a decisão tomada por Temer em relação ao Rio “não tenha sido tomado com base na eleição”.

“O que espero é que a intervenção no Rio tenha diagnóstico claro, um planejamento claro e um resultado positivo. Não se pode misturar uma coisa com a outra. É óbvio que toda ação de governo gera um resultado. Positivo ou negativo. Como espero que ele seja muito positivo, e vou trabalhar para que ele seja positivo, e sendo positivo, se der ao presidente as condições que ele espera, pelo que leio na imprensa, para ser candidato, ótimo”, afirmou o deputado. Maia acrescentou que não conversou com Temer sobre o assunto, mas que a entrada do aliado na disputa “é um direito dele”, como de todo brasileiro.

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Bolsa bate 3º recorde nominal seguido

A Bolsa brasileira bateu o terceiro recorde nominal seguido e emendou a sétima alta consecutiva em meio à expectativa com a recuperação da economia brasileira. O dólar fechou abaixo de R$ 3,25, em dia sem tendência definida no exterior.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, subiu 0,74%, para 86.686 pontos. Na máxima do dia, atingiu 87.159 pontos. Se atualizado pela inflação, o recorde desta quinta ainda estaria bem abaixo da máxima de 73.516 pontos de maio de 2008 e que hoje equivaleriam a cerca de 130 mil pontos.

O volume financeiro foi de R$ 11,13 bilhões, enquanto em fevereiro a média está em R$ 12,94 bilhões.

O dólar comercial fechou em baixa de 0,42%, para R$ 3,249. O dólar à vista caiu 0,14%, para R$ 3,250.

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Redação Dinheirama
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