Agora você confere as principais notícias de 07/05/19 terça-feira.

Mourão diz que ataques de Olavo a militares são ‘totalmente sem nexo’

O vice-presidente Hamilton Mourão reagiu novamente aos ataques do escritor Olavo de Carvalho e seus seguidores contra a cúpula militar do governo de Jair Bolsonaro. No fim de semana, o guru bolsonarista criticou o ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Para Mourão, as críticas são “totalmente sem nexo” e ignorá-las “será melhor para todo mundo”.

Por meio de seu Twitter, Carvalho acusou Santos Cruz de defender a regulação governamental das redes sociais. “Controlar a internet, Santos Cruz? Controlar a sua boca, seu merda”, tuitou Olavo no domingo (5). Mourão deu as declarações ao chegar na tarde de segunda-feira (6) ao Palácio do Planalto.

Mais cedo, o ex-comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, entrou na discussão e, pelo Twitter, afirmou que Carvalho “a partir do seu vazio existencial derrama seus ataques aos militares e às FFAA demonstrando total falta de princípios básicos de educação, de respeito e de um mínimo de humildade e modéstia”

Justiça aceita denúncia, e Michel Temer vira réu pela sexta vez

A Justiça Federal do Distrito Federal aceitou uma denúncia contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o tornou réu —pela sexta vez. Ele vai responder sob acusação de formação de organização criminosa e embaraço à investigação. A decisão é do juiz federal Marcos Vinícius Reis Bastos.

Além de Temer, viraram réus os ex-ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia).

A denúncia, recebida em 3 de maio e divulgada hoje (6), acusa Temer de ter instigado o empresário Joesley Batista (do grupo J&F) a pagar vantagens indevidas ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB).

Bolsas mundiais amenizam queda após ameaça de Trump

Após sinalizar que estava próximo a um acordo comercial com a China, o presidente americano Donald Trump afirmou no domingo (5) que irá elevar tarifas sobre produtos chineses. Na segunda-feira (6), os mercados globais reagiram de forma negativa à declaração.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu quase 6% —maior perda desde 2016. O S&P 500, índice que reúne as maiores companhias americanas listadas, chegou a recuar 1,6% durante o pregão, mas amenizou a queda e fechou em 0,45% com a interpretação de investidores de que se tratava de um blefe de Trump para acelerar as negociações. No Brasil, a Bolsa acompanhou o viés negativo e recuou 1%.

O Ibovespa, maior índice acionário do país, acompanhou o viés negativo e teve queda de 1,04%, a 95 mil pontos. O giro financeiro foi de R$ 9,6 bilhões, abaixo da média diária para o ano.

O dólar acompanhou o dia negativo e teve alta de 0,48%, a R$ 3,9590.

Antes de ser detido, ex-advogado de Trump diz que ‘há muito para contar’

Michael Cohen, o ex-advogado pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na segunda-feira (6), antes de entrar em uma prisão federal de Nova York, que “ainda há muito para contar”. Cohen começa a cumprir hoje sua sentença de 3 anos após ser condenado por oito crimes.

“Ainda há muito para contar e espero ansiosamente pelo dia em que poderei compartilhar a verdade”, disse Cohen aos veículos de imprensa em frente ao edifício onde reside em Manhattan, antes de entrar no carro rumo à prisão de Otisville.

Além disso, Cohen criticou duramente o presidente, ao afirmar que espera que, quando estiver solto, “o país não tenha xenofobia, injustiça e mentiras” no mais alto escalão.

O ex-advogado do presidente dos EUA foi sentenciado à prisão depois de ter se declarado culpado de oito crimes.

Em dezembro do ano passado, Cohen foi condenado por sonegação de impostos e por mentir no Congresso. Também foi condenado por comprar o silêncio de duas mulheres para que não tornassem públicas as relações que elas teriam tido com o presidente Trump.

Para tentar reduzir sua sentença, ofereceu informações aos investigadores que pudessem comprometer Trump e sua família, incluindo sobre a acusação de interferência russa na disputa presidencial de 2016.

Redação Dinheirama
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