Agora você confere as principais notícias de 15/12/2017, sexta-feira.

Para tentar ficar no cargo, ministra pede desfiliação do PSDB

Sob pressão para deixar o cargo, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, pediu desfiliação do PSDB.

A iniciativa é uma tentativa da ministra de permanecer à frente da pasta, uma vez que a direção nacional do partido defende o desembarque da sigla da Esplanada dos Ministérios.

A decisão, contudo, não mudou a situação de Luislinda, que deve ser trocada até o final do ano pelo presidente Michel Temer.

Segundo auxiliares e assessores presidenciais, o envolvimento da ministra em polêmicas tornou inviável a sua permanência no cargo.

Em outubro, ela solicitou ao Palácio do Planalto o pagamento pelos cofres públicos de pelo menos R$ 300 mil.

O valor retroativo seria a soma da quantia que foi abatida pelo teto constitucional do acumulado do vencimento integral recebido por ela com a aposentadoria de desembargadora pela Bahia.

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Reforma da Previdência estará pronta para ser votada dia 19 de fevereiro, diz Maia

Diante da falta de votos e do início do recesso parlamentar, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), anunciou que o início da discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência ficou para 5 de fevereiro e a votação em si começará em 19 de fevereiro, após o carnaval. Maia reconheceu que o ideal era que a matéria fosse votada agora, mas que acredita que o tempo ajudará a esclarecer a sociedade da necessidade da reforma e até lá o governo terá os 308 votos necessários para aprovar a PEC em dois turnos.

Com um plenário esvaziado, com pouco mais de 20 deputados, o relator da proposta, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS), fez nesta quinta-feira (14), um discurso político e, ao contrário do prometido, não realizou a leitura da emenda aglutinativa da proposta da reforma da Previdência. Em tom dramático, Maia disse que até fevereiro, quando se espera a votação da proposta, tem o mês de janeiro para um debate profundo da reforma.

“Ao longo do recesso teremos todo o tempo para conversar com parlamentares. O desconhecimento sobre o texto da reforma ainda persiste. Resolvemos não colocar a reforma hoje na pauta porque o quórum era baixo, como vocês viram pela própria quantidade de deputados em plenário”, disse Oliveira Maia.

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Bolsa cai pelo 2º dia; dólar sobe a R$ 3,33

As informações desencontradas sobre a votação da reforma da Previdência dentro do próprio governo estressaram o mercado financeiro pelo segundo dia, pressionando em baixa a Bolsa brasileira nesta quinta (14) e levando o dólar a R$ 3,338, maior nível desde junho.

O Ibovespa, das ações mais negociadas, recuou 0,67%, para 72.428 pontos. O giro financeiro do dia foi de R$ 11,3 bilhões, inflado pelo leilão de compra e venda dos papéis ordinários do Itaú Unibanco, que não fazem parte do índice.

O dólar comercial fechou em alta de 0,63%, para R$ 3,338, maior nível desde 23 de junho. O dólar à vista se valorizou 0,77%, para R$ 3,340, patamar mais elevado desde 18 de maio, um dia após o vazamento da notícia da delação do empresário Joesley Batista, da JBS.

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Fazenda revê projeção de crescimento da economia de 2% para 3% em 2018

O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (14) que revisou a expectativa para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2018 de um crescimento de 2% para 3%. Para este ano, a projeção oficial foi elevada de 0,5% para 1,1%.

O ministro Henrique Meirelles defendeu que a projeção, que está acima do esperado pelo mercado –os analistas do boletim Focus esperam alta de 0,9% para este ano e de 2,6% para o ano que vem– é “conservadora”.

“É uma projeção bastante conservadora, bastante sólida. Existe um aumento da confiança muito grande, que influenciou a trajetória neste ano, com controle fiscal, aprovação do teto de gastos e aprovação das reformas, como a trabalhista”, afirmou o ministro.

Meirelles declarou ainda que já há alta de investimento e aumento do consumo no país. “A inflação está controlada e a política monetária está estimulando a economia”, disse.

Redação Dinheirama
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