Agora você confere as principais notícias de 02/05/19 quinta-feira.

Paulinho defende que Centrão ‘desidrate’ reforma para evitar reeleição de Bolsonaro

Presidente licenciado da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (SD) afirmou nesta quarta-feira (1º), em São Paulo, durante o ato unificado pelo Dia do Trabalho das centrais sindicais, que está tentando conquistar apoios no Centrão para a “desidratar” a reforma da Previdência. Seu argumento é que a reforma, na proposta encaminhada pelo governo – que prevê uma economia de até de R$ 1 trilhão em dez anos –, ajudaria na reeleição do presidente Jair Bolsonaro. “Precisamos de uma reforma da Previdência que não garanta a reeleição do Bolsonaro”, disse Paulinho.

A declaração provocou reação imediata do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), principal fiador da reforma no Congresso. Maia disse não acreditar que essa é uma posição de todo o Centrão. “Vou trabalhar para uma economia de R$ 1 trilhão. Uma economia que garanta o pagamento das futuras aposentadorias e pensões, uma economia que garanta no prazo de três anos uma geração de 8 milhões de empregos”, disse. “Não estou preocupado com a eleição de 2022.”

Durante a campanha presidencial do ano passado, Bolsonaro afirmou que, caso fosse eleito, pretendia “fazer uma excelente reforma política” e acabar com o “instituto da reeleição”. Após tomar posse, o presidente, no entanto, passou a admitir a possibilidade de concorrer a um segundo mandato. No início de abril, perto de completar 100 dias de governo, ele afirmou que “a pressão” estava “muito forte” para disputar novamente o Palácio do Planalto.

As mais recentes pesquisas Ibope mostraram que Bolsonaro tem a pior avaliação entre presidentes eleitos em começo de primeiro mandato. O porcentual que considera o atual governo ótimo ou bom foi de 35% em abril, abaixo dos índices de presidentes anteriores, eleitos no período pós-redemocratização do País. A aprovação da reforma da Previdência é considerada fundamental para o desempenho do governo.

Banco central dos EUA mantém juros entre 2,25% e 2,5% ao ano

O Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) decidiu manter a taxa básica de juros americana no intervalo entre 2,25% e 2,50% ao ano afirmando que a economia do país permanece saudável, apesar da preocupação de investidores com uma possível desaceleração.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (1º), um dia após o presidente americano, Donald Trump, cobrar do Fed o corte da taxa em 1 ponto percentual. Trump tem repetido, desde o ano passado, que as altas nas taxas americanas são responsáveis pelo ritmo menor de crescimento do país.

Em comunicado no qual justificou sua decisão, o Fed afirmou que os dados de mercado de trabalho são fortes e a atividade econômica cresceu a taxas sólidas desde a última reunião, em março.

O órgão pontuou, porém, que a inflação cedeu e está abaixo da meta de 2%. Deu também indicações que o cenário pode ser mais persistente que o esperado. A inflação em 12 meses até março está em 1,9%, segundo dados oficiais do país.

O banco central americano tem duplo mandato: a meta de inflação e o máximo emprego.

“Estamos muito comprometidos com a meta de inflação em 2%”, afirmou Jerome Powell, presidente do Fed, em entrevista após a divulgação do comunicado.

Powell acrescentou, porém, que não vê no cenário nenhuma indicação de motivos para mudanças no atual patamar de juros, seja para cima ou para baixo.

Em manifestação, Guaidó convoca greve geral de funcionários públicos

O líder do Parlamento da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino do país, reapareceu nesta quarta-feira (1º), em Caracas em uma manifestação e convocou uma greve progressiva na administração pública a partir de amanhã.

“Amanhã começa a ‘Operação Liberdade Sindical’ rumo à greve geral (…) Amanhã vamos acompanhar a proposta de greve escalonada”, disse Guaidó diante de mil pessoas que se concentraram em um dos pontos preparados hoje pela oposição para protestar contra o governo de Nicolás Maduro.

O líder do Parlamento da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino do país, reapareceu nesta quarta-feira, 1º, em Caracas em uma manifestação e convocou uma greve progressiva na administração pública a partir de amanhã.

“Amanhã começa a ‘Operação Liberdade Sindical’ rumo à greve geral (…) Amanhã vamos acompanhar a proposta de greve escalonada”, disse Guaidó diante de mil pessoas que se concentraram em um dos pontos preparados hoje pela oposição para protestar contra o governo de Nicolás Maduro.

Redação Dinheirama
Aviso: Os textos assinados e publicados no Dinheirama.com não representam necessariamente a opinião editorial do Blog. Asseguramos a qualquer pessoa, empresa ou associação que se sentir atacada o direito de utilizar o mesmo espaço para sua defesa. Também ressaltamos que toda e qualquer informação ou análise contida neste blog não se constitui em solicitação ou oferta de seu autores para compra ou venda de quaisquer títulos ou ativos financeiros, para realização de operações nos mercados de valores mobiliários, ou para a aplicação em quaisquer outros instrumentos e produtos financeiros. Através das informações, dos materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog, os autores não estão prestando recomendações quanto à sua rentabilidade, liquidez, adequação ou risco. As informações, os materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog têm propósito exclusivamente informativo, não consistindo em recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza.

Comentários