Agora você confere as principais notícias de 08/09/2018, sábado.

PF teria alertado equipe de Bolsonaro sobre dificuldade de garantir segurança

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (7), que o candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, e sua coordenação de campanha foram alertados pela Polícia Federal, antes do atentado em Juiz de Fora (MG), de que não era possível fazer sua segurança em atos de campanha como o do dia 6, quando o presidenciável se lançou à multidão e foi atacado com uma faca.

“Já havia sido conversado com a campanha de Bolsonaro que ficava muito difícil de fazer a segurança quando ele se lançava na multidão. Aquela situação (do atentado) não tinha nenhum controle. Foi chamada atenção do Bolsonaro e de outros candidatos que não dava para fazer a segurança nessas condições. Avisamos as famílias dos candidatos que têm que seguir o protocolo da PF”, afirmou.

Segundo o ministro, a Polícia Federal disponibilizou o maior número de agentes para a segurança de Bolsonaro na campanha. Ele teria um efetivo de 21 policiais federais à disposição e, no momento do atentado em Juiz de Fora, 13 policiais estavam com ele.

Por conta disso, o ministro da Segurança Pública contou que fará uma reunião, neste sábado (8), com as coordenações de campanha de todos os candidatos para tratar da segurança dos presidenciáveis.

Para isso, o efetivo da PF destinado à segurança dos candidatos à Presidência será ampliado em 60%. 80 policiais foram destacados para acompanhar, além de Bolsonaro, os candidatos Ciro Gomes, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Álvaro Dias.

De acordo com o ministro, o número de policiais destinado a cada campanha varia de acordo com a análise de risco feita pela corporação – Bolsonaro é o candidato com maior efetivo.

Bolsonaro está ‘consciente e em boas condições clínicas’, informa boletim médico

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) foi internado no Hospital Albert Einstein na manhã desta sexta-feira (7). Segundo boletim médico, o parlamentar está consciente e em boas condições clínicas. O candidato foi esfaqueado durante ato de campanha na cidade nesta quinta (6).

Após permanecer 17 horas internado na Santa Casa de Juiz de Fora (MG), Bolsonaro deixou Juiz de Fora (MG) às 9h em um jato privado, no aeroporto da Serrinha com destino ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde desembarcou meia hora depois. Ele foi levado de helicóptero às 10h30 até a região do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no bairro do Morumbi.

De lá, o parlamentar seguiu de ambulância para o Hospital Albert Einstein, onde foi internado às 10h45. O veículo não passou pela entrada principal, onde esperavam apoiadores e jornalistas.

O primeiro boletim médico, divulgado às 14h20, informava que Jair Bolsonaro “está consciente e em boas condições clínicas” e que o tratamento iniciado em Juiz de Fora está sendo continuado.

Segundo o texto, assinado pelo médico Miguel Cendoroglo, diretor superintendente e responsável pelo plantão, o candidato “está internado na UTI, onde realizou exames laboratoriais e de imagem e foi avaliado por equipe multiprofissional”.

A equipe médica responsável por Bolsonaro é formada pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, especialista no aparelho digestivo que foi até Juiz de Fora avaliar a situação do candidato e tem estado desde então mais próximo à família, e o clínico e cardiologista Leandro Santini Echenique. O próximo boletim sairá às 10h de sábado (8).

Trump diz que está pronto para impor tarifas sobre US$ 267 bi em importações da China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (7),  que está pronto para seguir adiante e aplicar tarifas sobre mais US$ 267 bilhões em importações chinesas, enquanto o mundo espera sua decisão sobre a imposição de taxas sobre US$ 200 bilhões em bens do país asiático.

“Os US$ 200 bilhões de que estamos falando podem acontecer muito em breve dependendo do que acontecer com eles. Até certo ponto caberá à China”, disse Trump. “E eu odeio dizer isso, mas por trás disso estão outros US$ 267 bilhões prontos para serem aplicados no curto prazo, se eu quiser. Isso muda a equação.”

Mais cedo nesta sexta-feira, o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que Trump não tomará qualquer decisão sobre suas ameaças de tarifas sobre outros US$ 200 bilhões em produtos chineses antes que autoridades avaliem comentários públicos sobre eles.

O gabinete do Representante de Comércio do EUA coletou 5.914 comentários individuais sobre as tarifas propostas antes do final do período de consulta pública na quinta-feira à noite.

Trump disse também que os EUA e o Japão começaram as negociações sobre comércio, dizendo que Tóquio sabe que trata-se de algo grande se um acordo não for alcançado.

“Nós estamos começando”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One. “De fato, o Japão nos chamou… eles vieram semana passada. Se não fizermos um acordo com o Japão, eles sabem que é algo grande”, acrescentou.

Redação Dinheirama
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