Agora você confere as principais notícias de 14/08/19 quarta-feira.

Senadores fecham acordo para concluir votação da Previdência em outubro

Os líderes do Senado fecharam um acordo para concluir a votação da reforma da Previdência no dia 2 de outubro. O primeiro turno da votação ocorrerá no dia 18 de setembro e segundo turno no dia 2 de outubro, de acordo com calendário definido em reunião nesta terça-feira, 13.

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Com isso, a promulgação da reforma da Previdência será feita entre 8 e 10 de outubro, de acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM). O governo contava com a promulgação da reforma que modifica as regras para se aposentar no Brasil entre 20 e 30 de setembro.

Alcolumbre afirmou que 60 dias é um prazo suficiente para a reforma da Previdência tramitar no Senado. Em reunião de líderes para discutir o calendário da proposta, a oposição exigiu no mínimo 70 dias para discussão.

O argumento de Alcolumbre é que, no primeiro semestre, o Senado acompanhou a reforma da Previdência na Câmara com uma comissão especial. “Eu não vejo como, com uma comissão especial que se debruçou durante 150 dias, querer mais do que 60 dias de prazo para essa matéria tramitar aqui no Senado”, disse Alcolumbre. Para ele, dois meses “é muito razoável dentro do que o Brasil aguarda do Senado.”

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Governo enxuga MP da Liberdade Econômica para tentar aprovar texto

Para tentar aprovar a medida provisória 881, que reduz burocracias e limita o poder de regulação do Estado, o governo fez alterações pontuais no texto submetido à votação no plenário da Câmara dos Deputados na terça-feira (13).

As muitas alterações na legislação trabalhista vinham provocando resistência entre parlamentares, a ponto de a chamada MP da Liberdade Econômica ser tachada de minirreforma trabalhista.

Com risco de derrota, o governo se mobilizou e fez reuniões no Ministério da Economia e com parlamentares para retirar do texto pontos que poderiam travar a votação.

O texto novo praticamente reduz à metade o número de artigos –o relator Jerônimo Goergen (PP) havia deixado a MP com mais de 50 artigos. A expectativa da líder do governo na Câmara, Joice Hasselmann (PSL), é que, com as mudanças, a votação seja concluída nesta quarta –até o fechamento desta reportagem, não havia sequer começado.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), também confia na análise da proposta ainda nesta terça e com possível conclusão na quarta. Se não for votada até o dia 27, a medida perde validade.

“Se você tinha um texto grande e virou um texto pequeno, você restringiu a polêmica. Do meu ponto de vista, hoje tem pouca polêmica que nos dificulte o desejo de votar ainda hoje [terça]”.

Segundo ele, foram excluídos temas que não tinham relação com a ideia inicial da medida provisória para evitar questionamentos judiciais.

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Mercado volta ao azul após recuo de Trump

O mercado financeiro iniciou sua recuperação nesta terça-feira (13) após o tombo argentino. Um sinal de trégua na guerra comercial entre China e Estados Unidos levou o Ibovespa de volta ao patamar de 103 mil pontos e o dólar recuou para R$ 3,97.

Depois de derreter 37% na segunda (12) com a larga vitória da chapa kirchnerista nas primárias argentinas, a Bolsa de Buenos Aires subiu 10,76%. O peso, no entanto, continuou a se desvalorizar em relação ao dólar. A moda americana subiu 5% e atingiu uma nova máxima, de 55,65 pesos argentinos por dólar.

A Bolsa brasileira acompanhou a melhora americana e argentina e subiu 1,35%, a 103.299 pontos. O giro financeiro foi de R$ 18 bilhões, acima da média diária para o ano.

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Alberto Fernández chama Bolsonaro de ‘racista, misógino e violento’

O candidato da oposição de centro-esquerda à presidência da Argentina Alberto Fernández, que no domingo obteve uma esmagadora vitória sobre o atual presidente liberal Mauricio Macri nas eleições primárias do país, criticou na segunda-feira (12), o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, a quem classificou de “racista, misógino e violento”.

As declarações foram feitas horas depois que Bolsonaro disse que o Brasil poderia ver uma onda de imigrantes fugirem da Argentina se políticos de esquerda vencerem as eleições presidenciais de outubro, o que é uma forte possibilidade depois do resultado que conquistaram nas primárias.

“Com o Brasil, teremos uma relação esplêndida. O Brasil sempre será nosso principal sócio. Bolsonaro é uma conjuntura na vida do Brasil, como Macri é uma conjuntura na vida da Argentina”, disse Fernández em uma entrevista ao programa “Corea del Centro”, da emissora Net TV.

“Agora, em termos políticos, eu não tenho nada a ver com Bolsonaro. Comemoro enormemente que fale mal de mim. É um racista, um misógino, um violento… O que eu pediria ao presidente Bolsonaro é que deixe Lula livre e pediria que se submeta a eleições com Lula em liberdade”, acrescentou, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o ano passado condenado por corrupção na operação Lava Jato.

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Redação Dinheirama
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