Agora você confere as principais notícias de 06/08/19 terça-feira.

Saque do FGTS começa em 13 de setembro para poupadores da Caixa

A Caixa Econômica Federal divulgou na segunda-feira (5) o calendário para saques de recursos de contas ativas e inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

No caso de saque imediato, o trabalhador com conta poupança na Caixa deve obedecer ao seguinte cronograma: nascidos em janeiro, fevereiro, março e abril poderão retirar seus recursos a partir de 13 de setembro. Nascidos em maio, junho, julho e agosto vão ter direito a sacar o dinheiro a partir de 27 de setembro. Já quem nasceu em setembro, outubro, novembro e dezembro poderá retirar os R$ 500 por conta do FGTS a partir de 9 de outubro (veja como consultar seu saldo).

As contas devem ter sido abertas até 24 de julho deste ano, data de publicação da medida provisória sobre o assunto.

Em torno de 33 milhões dos trabalhadores têm conta poupança na Caixa, segundo o banco. Serão 11 milhões em cada uma das faixas divulgadas. Esses clientes receberão automaticamente o valor a que tiverem direito, até R$ 500 por conta. O trabalhador que não desejar sacar os recursos precisará pedir ao banco o desfazimento, ou seja, o cancelamento do crédito automático. Será possível pedir isso pelo aplicativo, pelo site ou pelo internet banking.

Será possível pedir a devolução do dinheiro às contas do FGTS até abril de 2020.

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China usa Moeda como Arma na Guerra Comercial

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China pode estar prestes a entrar em uma fase mais perigosa, que pode dominar o sistema financeiro global com novos riscos, em uma época já turbulenta.

Essa perspectiva, que veria Pequim usando o valor de sua moeda como uma arma de revide às medidas da administração Trump, abalou os mercados mundiais nesta segunda-feira, 5, enquanto investidores nervosos na Ásia e na Europa buscavam locais seguros para estacionar seu dinheiro.

A questão agora é saber se Pequim vai usar totalmente sua moeda como arma, permitindo que ela se enfraqueça de forma significativa em valor em relação ao dólar americano. Isso poderia provocar uma resposta dura dos altos funcionários do governo Trump, que já alertaram a China quanto a isso.

Isso também pode repercutir em todo o mundo, forçando os países que competem com a China a pensar na desvalorização de suas próprias moedas. O que poderia levar a uma espiral de desvalorização de soma zero que prejudicaria o crescimento global e levaria a ainda mais protecionismo comercial, ameaçando a integração econômica mundial.

“É extremamente significativo, pois eles estão fazendo uma clara escolha para adotar tal medida”, disse Michael Every, chefe de pesquisa de mercados financeiros na Ásia para o Rabobank, referindo-se ao banco central da China. “Isso vai escalar rápida e gravemente.”

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Dólar sobe e Bolsa Despenca como reflexo da guerra comercial

A China permitiu que o yuan, a moeda do país, se desvalorizasse para o menor patamar desde 2008, em um revide ao governo americano que confirma nova escalada da guerra comercial travada há mais de um ano entre os países.

O agravamento da crise entre os países, que uma semana antes negociavam um acordo, disseminou perdas pelos mercados financeiros globais e fez com que o dólar se valorizasse ante as principais moedas emergentes na segunda-feira (5).

Com o Brasil não foi diferente: a Bolsa brasileira quase perdeu o patamar de 100 mil pontos, atingido pela primeira vez em 19 de junho, e fechou a 100.097 pontos após um tombo de 2,5%. O dólar disparou 1,60% e fechou a R$ 3,9560, maior cotação desde 30 de maio, quando a moeda bateu R$ 3,98.

A depreciação pode gerar uma guerra cambial, já que a China se beneficia de uma moeda mais fraca em suas exportações, além de ser um instrumento de revide à sobretaxa de importação americana anunciada na quinta (1º).

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Trump diz que EUA devem condenar supremacia branca e ter algum controle sobre armas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu na segunda-feira (5), que todos os americanos condenem os supremacistas brancos, cuja retórica é parte da tragédia ocorrida no Texas e em Ohio.

“O atirador de El Paso publicou um manifesto online consumido pelo ódio racista”, disse o presidente em discurso na Casa Branca transmitido pela televisão após a morte de 29 pessoas nos ataques no fim de semana.

“E (com) uma voz, nossa nação deve condenar o racismo, o fanatismo e a supremacia branca. Essas ideologias sinistras devem ser derrotadas. O ódio não tem lugar na América. O ódio distorce a mente, destrói o coração e devora a alma”, afirmou Trump.

Alvo constante de críticas por utilizar um discurso agressivo contra a imigração e, como consequência, supostamente alimentar uma onda de violência, Trump respondeu às insatisfações dos opositores e se mostrou “indignado e enojado” pelos massacres do fim de semana.

As autoridades federais já anunciaram que tratarão o tiroteio no Texas como um ato de “terrorismo doméstico”, enquanto ainda investigam a motivação do ocorrido em Ohio. Em ambos os casos, os suspeitos são homens jovens brancos.

Redação Dinheirama
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