Agora você confere as principais notícias de 25/07/19 quinta-feira.

Saques de até R$ 500 no FGTS poderão ser feitos já em Setembro

Foi assinada na quarta-feira a Medida Provisória que permite os saques de contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que deverão ter início em setembro.

O limite máximo de saque deverá ser de R$ 500 para cada conta do trabalhador. O titular poderá sacar de todas as contas de FGTS que tiver em seu nome, sejam ativas ou inativas, até o limite de R$ 500 por conta.

O governo elaborou um cronograma de liberação de saques que durará seis meses: entre setembro de 2019 e março de 2020.

No total, a MP permitirá saques de R$ 63,2 bilhões, sendo R$ 40 bilhões do FGTS -um valor que ficou R$ 2 bilhões abaixo da previsão dada pelo ministro Paulo Guedes (Economia). A MP também regulamenta  saques no  PIS/Pasep, que devem totalizar R$ 23,2 bilhões pelas estimativas do governo.

Em paralelo, a MP estabelece que a partir de 2020 entra em operação uma nova modalidade de saque. O governo batizou o novo sistema de saque-aniversário. O saque tradicional, previsto em lei durante a demissão, é chamado na MP de saque-rescisão.

No saque aniversário será liberado um percentual sobre o saldo da conta no mês de aniversário do trabalhador. Quanto menor for o saldo, maior percentual do saque, que poderá variar de 5% a 50% do total.

Assista: 💰 GOVERNO BOLSONARO QUER LIBERAR FGTS: O que fazer e como INVESTIR?

Preso confessa ter hackeado Moro, Deltan, delegados da PF e juízes

Preso em Araraquara, interior de São Paulo na Operação Spoofing, deflagrada na terça-feira (23), Walter Delgatti Neto,  confessou à Polícia Federal que hackeou o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), o procurador Deltan Dallagnol (coordenador da Operação Lava Jato no Paraná) e de centenas de procuradores, juízes e delegados federais, além de jornalistas. Walter acumula processos por estelionato, falsificação de documentos e furto.

Em seu Twitter, Sérgio Moro postou na quarta (24), que ‘pessoas com antecedentes criminais’ são a ‘fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime’.

O ministro não citou nomes em sua mensagem. Ao apontar para ‘pessoas com antecedentes criminais’, o ministro se refere ao grupo aprisionado pela PF na Operação Spoofing.

Desde junho, Moro é alvo de divulgação de diálogos a ele atribuídos com o procurador Deltan Dallagnol, pelo site The Intercept. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material, mas não revelou a origem. Moro nega conluio – ele e Dallagnol afirmam não reconhecer a autenticidade das conversas.

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Bolsa sobe 0,4% com FGTS dólar estável

A Bolsa brasileira fechou em leve alta de 0,4% nesta quarta-feira (24), após anúncio do governo do programa “$aque Certo”, que libera saques do FGTS e do Pis/Pasep. O valor disponibilizado soma R$ 63,2 bilhões e é a aposta do governo para impulsionar o crescimento da economia brasileira.

Os bancos e o varejo, grandes beneficiados com a medida, sustentaram o viés positivo do Ibovespa. Assim como a BR Distribuidora, que subiu 1,2%, a R$ 26,32, com a conclusão de sua privatização.

Entre as maiores altas do mercado, estão as varejistas Via Varejo, que subiu 5,78%, a R$ 7,32, e B2W, com valorização de 2,4%, a R$ 35,86.

O dólar acompanhou e teve leve depreciação, com queda de 0,1%, a R$ 3,77.

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Boris Johnson assume governo do Reino Unido e anuncia nomes do novo gabinete

Boris Johnson se transformou oficialmente na quarta-feira (24), no primeiro-ministro britânico com a missão de concretizar a saída do Reino Unido da União Europeia, depois de ter sido recebido pela rainha Elizabeth II e prometeu concluir o Brexit “custe o que custar”.

Johnson disse que vai fazer “um novo acordo, um acordo melhor” com a UE. “Cumpriremos a promessa feita pelo Parlamento ao povo e sairemos da União Europeia em 31 de outubro, incondicionalmente”, declarou em seu primeiro discurso na frente da residência oficial do chefe de governo do Reino Unido, no número 10 de Downing Street.

Johnson disse que, embora uma saída do bloco europeu sem acordo seja “uma possibilidade remota”, o Reino Unido se preparará para esse cenário, “porque é sensato”. Se a UE forçar o Reino Unido a retirar-se sem pacto nem um período de transição, o governo britânico terá que arcar com a despesa de 44 bilhões de euros que deverá repassar aos 27 países do bloco pelo divórcio.

Redação Dinheirama
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