Agora você confere as principais notícias de 23/12/2017, sábado.

 ‘Temer prepara uma saída para si’, diz Deltan sobre indulto

O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou que o decreto de indulto natalino e comutação de penas assinado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, é ‘um feirão de natal para corruptos’.

“O decreto de indulto ignorou a manifestação da do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, do Ministério Público, da força-tarefa da Lava Jato e da Transparência Internacional. Todos se manifestaram contra aplicação do indulto ao crime de corrupção”, afirmou.

Deltan explica que ‘não só a manifestação foi ignorada, mas a decisão do presidente foi no sentido contrário: antes corruptos precisavam cumprir apenas 1/4 da pena’.

“Ah, e é claro: pelo decreto de indulto, quem tem mais de 70 anos cumpre menos pena ainda!!”, anota.

O coordenador da Lava Jato ainda parabeniza ironicamente o peemedebista.

“Meus parabéns pela ótima mensagem que o Planalto passa à população sobre sua atitude diante da corrupção. Não poderia ser mais claro”, constata.

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Bolsa fecha estável e dólar vai a R$ 3,33

A Bolsa brasileira teve a melhor semana em três meses com a ajuda da Embraer e da aprovação da reforma tributária nos Estados Unidos, enquanto o dólar voltou a subir nesta sexta (22) e encerrou cotado a R$ 3,33.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, subiu 0,07%, para 75.186 pontos. Na semana, a alta foi de 3,55% –a melhor desde a encerrada em 15 de setembro (+ 3,66%). O volume financeiro negociado foi de R$ 5,85 bilhões, enquanto a média diária do ano está em R$ 10,75 bilhões.

O dólar comercial teve avanço de 0,75%, para R$ 3,335. A alta na semana foi de 0,82%. O dólar à vista subiu 0,72%, para R$ 3,333 –na semana, o ganho foi de 0,72%.

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Meirelles irrita base por não citar Temer nem reforma da Previdência na TV

O discurso eleitoral do ministro Henrique Meirelles (Fazenda) no programa de seu partido, o PSD, irritou parte dos deputados aliados ao governo por não citar o nome do presidente Michel Temer nem pedir diretamente apoio à reforma da Previdência.

As queixas chegaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que as repassou a Temer. De acordo com esses aliados, o ministro recebeu críticas dentro da própria equipe, que diz que ele está deixando de lado algumas pautas importantes para se dedicar ao calendário eleitoral.

Meirelles ainda não bateu o martelo sobre sua candidatura em 2018. Diz que isso será feito apenas em março. Até lá, juntamente com Maia e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), figura como aposta de nome que terá o apoio do Palácio do Planalto.

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Redação Dinheirama
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