Agora você confere as principais notícias de 07/04/19 domingo.

Vice-presidente, General Mourão, afirma que China é parceiro estratégico e não uma ameaça

Brasil não encara a China como uma ameaça estratégica e considera que o país é um parceiro importante, diz em entrevista ao jornal  Folha de São Paulo, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).

Por isso, segundo o general, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) não vai vetar investimentos da empresa chinesa de telecomunicações Huawei, a despeito das pressões dos Estados Unidos para isso.

Mourão está em Boston para participar da Brazil Conference, evento organizada pelas Universidade Harvard e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Tanto Bolsonaro quanto seu ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, já fizeram críticas ao regime de Pequim e defendem uma aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump —que trava atualmente uma guerra comercial contra os chineses.

Os EUA vêm pedindo que o Brasil e outros países bloqueiem investimentos da Huawei, porque ela representaria uma ameaça à segurança nacional e seria usada para espionagem para o governo chinês. “Nós não temos essa visão por enquanto. A segurança é o argumento da guerra comercial (entre EUA e China)”, disse.

O vice-presidente também comemorou a iniciativa de Bolsonaro de se reunir com representantes do que o presidente chama de “velha política” para negociar a reforma da previdência. “Acho fundamental que (Bolsonaro) lidere esse jogo”, diz.

Promotoria inclui parentes de miliciano em caso Queiroz

O Ministério Público do Rio de Janeiro incluiu a mãe e a mulher do ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de integrar uma milícia, nas investigações sobre movimentações financeiras atípicas de ex-assessores do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Estado.

Raimunda Veras Magalhães e Danielle Mendonça da Costa aparecem agora na lista de investigados, junto com o próprio Flávio e com o ex-assessor Fabrício Queiroz – que, sozinho, movimentou R$ 1,2 milhão em 13 meses, de acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O caso foi revelado pelo jornal O Estado de São Paulo em dezembro do ano passado.

Para incluir Raimunda e Danielle entre os investigados, a 3.ª Promotoria de Tutela Coletiva aditou uma portaria ao inquérito civil que apura, no antigo gabinete de Flávio no Legislativo estadual, suspeitas de atos de improbidade administrativa – que podem ter provocado prejuízos ao patrimônio público ou enriquecimento ilícito de agente público.

O Ministério Público suspeita da prática de “rachadinha”, na qual assessores devolvem ao parlamentar parte ou todo o salário que recebem, o que é ilegal.

As duas trabalharam na assessoria de Flávio até novembro do ano passado, quando o hoje senador era deputado estadual no Rio. Cada uma recebia salário de R$ 6.492. Raimunda também é citada no relatório do Coaf por ter feito repasse de R$ 4.600 para a conta de Queiroz.

Em dia de protestos pelo país, Maduro prende dois deputados opositores

Dois deputados da oposição ao ditador Nicolás Maduro foram detidos no sábado (6) por forças leais ao regime quando participavam de um protesto na cidade de Maracaibo.

O ato era uma das mais de 350 manifestações convocadas em todo o país pelo líder opositor Juan Guaidó  A dupla de parlamentares foi liberada horas após a detenção e o regime não explicou o que ocorreu.

“Quero denunciar que o delegado Renzo Prieto foi detido pela Guarda Nacional. Eles também prenderam a deputada Nora Bracho”, disse a também deputada Adriana Pichardo, em áudio divulgado pela equipe de Guaidó.

Não é a primeira vez que aliados do líder opositor, reconhecido como presidente interino por mais de 50 países (incluindo Brasil e EUA), são detidos pelas forças do regime .

Em 21 março, a Sebin (agência de inteligência venezuelana, vinculada a Maduro) deteve o chefe de gabinete de Guaidó, Roberto Marrero. Ele segue “sequestrado pela ditadura”, segundo vídeo de sua mulher postado em uma rede social na sexta (5).

As forças do regime também reprimiram no sábado manifestantes que se dirigiam para a sede da Corporação Elétrica Nacional em Maracaibo, noticiou o jornal El Nacional.

Redação Dinheirama
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