Sempre que abordo a educação financeira, procuro fazê-lo da forma mais humana possível. Isso quer dizer que são nossas escolhas (ou a ausência delas) que determinam nossas consequências financeiras. Prefiro dedicar mais tempo discutindo nossas prioridades, a costumeira baixa capacidade de lidar com a frustração e a necessidade de mais disciplina que falando de planilhas.

Viver em um país com juros elevados, consumo em alta, mas com a renda média ainda em patamares mais baixos requer o entendimento de algo óbvio: negligenciar o dinheiro não é uma das decisões possíveis neste cenário. Dinheiro não é opcional em uma realidade com a do Brasil.

Assumir a responsabilidade, portanto, é fundamental para compreender o papel das finanças na realização de sonhos pessoais e familiares. O próximo passo é atentar para a beleza da educação financeira: riqueza pessoal também é uma escolha. Pode parecer simples demais, e eu entendo o seu ponto de vista. É tão simples que ou acabamos nos mantendo ocupados na zona de conforto ou procuramos maneiras de complicar.

Uma hora de conteúdo gratuito em vídeo

Participei no fim de semana passado de um evento muito bacana com líderes de diversas regiões do Brasil que mantém o projeto Guia do Adm. Através da Internet, conversamos sobre educação financeira, planejamento familiar, investimentos e riqueza. Tive a oportunidade de responder a diversas perguntas do público que nos assistia. Falamos por mais de uma hora.

Assista ao vídeo:

Que tal? O que achou do nosso bate-papo? Você concorda com a minha visão de que educação financeira é uma questão de cidadania e não apenas uma disciplina ou área de estudo? Espero que tenha gostado do conteúdo. Obrigado e até a próxima.

Foto “Confused man”, Shutterstock.

Conrado Navarro
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