Eu sempre soube que queria estudar Comunicação e morar sozinha. Quando fui aprovada na faculdade que eu queria, não tive como hesitar ou pensar duas vezes: fui pra São Paulo, essa cidade de “gente grande” ganhar a vida e a carreira. Eu só não esperava ganhar dívidas tão cedo.

Que a verdade seja dita: vida de estudante em São Paulo não é fácil! Principalmente para uma estudante de comunicação apaixonada por séries e filmes, como eu. Gente assim tem tique no dedo, sabe? Quando eu morava no interior, não tinha acesso ao conteúdo da televisão a cabo, nem fazia ideia dos serviços de streaming.

No momento em que cheguei em São Paulo e aluguei uma casa, não pensei duas vezes na hora de usar o dinheiro que ganhava trabalhando. Pensar que eu poderia assistir todas as séries e filmes que eu queria fazia meus olhos brilharem.

Netflix, Spotify, NET, Crunchyroll, contratei várias coisas que eram relativamente baratas (ou imaginava que eram), agindo por impulso; todas essas contas juntas logo viraram uma outra conta enorme.

Muitas contas e salário de estagiário não combinam muito. E assim, de pouco em pouco, as contas engordavam e minha humilde poupança encolhia. Mais cedo ou mais tarde, seria preciso enfrentar esse monstro das finanças que eu estava criando.

Depois de alguns meses no vermelho, bateu o desespero, porém eu me recusava a pedir dinheiro para meus pais. Decidi então pedir ajuda para o Google e não demorou muito para encontrar o milagre que tanto precisava, na forma de link.

Apareceu em minha vida o Dinheirama, com o bê-á-bá de tudo sobre finanças pessoais. Aqui, encontrei textos e vídeos que respondiam a várias dúvidas de como eu poderia controlar melhor o meu dinheiro. Fuçando pelas páginas do site, comecei a perceber que gerir minhas finanças era mais fácil do que imaginava.

Aliviada e até animada, eu comecei a colocar em prática todas as dicas que poderiam me ajudar naquele momento. No primeiro mês, já consegui evitar o vermelho cancelando muitos serviços que não eram fundamentais para mim.

Ora, eu não fico em casa, trabalho e estudo o dia todo, por que então eu pagava TV a cabo sendo que nem utilizava? E não é que pouco tempo depois eu já estava conseguindo guardar dinheiro e sabia detalhes do meu orçamento?

Até que a vida de gente grande não é tão ruim assim. Mudar a minha consciência foi um dos passos principais para melhorar minhas finanças. Se agir assim já deu um excelente resultado em tão pouco tempo, imagina o poder da educação financeira no longo prazo.

Ah, tem um post sobre inteligência emocional fantástico para quem quer começar a se reorganizar financeiramente. Este texto foi uma das leituras mais interessantes que fiz por aqui, e sempre a utilizo para me manter “em dia” com minhas prioridades.

Estou entrando no terceiro mês de controle e confesso que ainda tenho vontade de gastar com algumas coisas, mas estou conseguindo me controlar. Agora, livre das dívidas, eu posso sonhar de novo. Quem sabe, talvez lá na frente, eu consiga comprar uma casa aqui em São Paulo usando as dicas que aprendi lendo o Dinheirama!

Foto “College students”, Shutterstock.

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