Home Comprar ou Vender Fundo Imobiliário “de tijolo” é a bola da vez, aponta Itaú BBA; veja recomendações

Fundo Imobiliário “de tijolo” é a bola da vez, aponta Itaú BBA; veja recomendações

Portfólio indicado passa a ter 60% de exposição a fundos de tijolo e 40% de alocação a fundos de ativos financeiros

por Gustavo Kahil
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Tijolo

Os fundos imobiliários (FIIs) do tipo “tijolo”, ou seja, que atuam diretamente na exploração comercial de imóveis físicos são destaque desde março e devem continuar a brilhar, aponta o Itaú BBA em sua carteira recomendada de FIIs para julho.

“Em linha a isso e aproveitando o bom momento dos fundos de tijolo, alteramos, marginalmente, os pesos dos ativos que estão em nosso portfólio recomendado, dando um pouco mais de espaço para os fundos de tijolo, que foram os destaques do primeiro semestre e, na nossa visão, devem continuar com bons desempenhos ao longo de 2023”, apontam Larissa Gatti Nappo e Marcelo Potenza, que assinam o relatório.

Com a alteração, o portfólio passa a ter 60% de exposição a fundos de tijolo e 40% de exposição a fundos de ativos financeiros.

“Enxergamos um cenário e um momento mais interessante para fundos de tijolo, que é pautado, principalmente, pelo fechamento da curva de juros. Mesmo com boas expectativas para o segundo semestre desse ano, não descartamos uma realização de lucros no próximo mês. O mercado subiu de forma relevante e em um curto espaço de tempo, ou seja, realizações devem ser encaradas de forma natural”, ponderam os analistas.

Destaques

O Itaú BBA ressalta que continua confiante com os fundos de ativos financeiros da carteira, visto que são as maiores exposições individuais do portfólio.

Com o fechamento da curva de juros, os fundos Kinea Índice de Preços (KNIP11) e Kinea High Yield (KNHY11) possuem um potencial de ganho de capital com a marcação a mercado de seus respectivos portfólios, apontam.

Já o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) deve continuar distribuindo um patamar de proventos elevado, já que a taxa Selic deve ficar nos dois dígitos até o final desse ano.

Por fim, o CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11), que possui parte de sua carteira indexada à inflação e parte indexada ao CDI, se beneficia dos dois pontos levantados.

Veja a carteira

FundoCódigoSetorPeso (%)Dividend Yield Anualizado
CSHG Renda UrbanaHGRU11Misto7,50%7,70%
HSI MallsHSML11Shopping Center7,50%7,50%
Vinci LogísticaVILG11Logístico7,50%7,60%
Bresco LogísticaBRCO11Logístico7,50%8,00%
VBI LogLVBI11Logístico7,50%7,80%
Kinea Renda ImobiliáriaKNRI11Híbrido7,50%7,10%
VBI Prime PropertiesPVBI11Lajes corporativas7,50%7,40%
RBR PropertiesRBRP11Misto7,50%5,50%
Kinea Índice de PreçosKNIP11Ativos Financeiros10,00%12,80%
CSHG Recebíveis ImobiliáriosHGCR11Ativos Financeiros10,00%13,80%
Kinea High YieldKNHY11Ativos Financeiros10,00%15,10%
Kinea Rendimentos ImobiliáriosKNCR11Ativos Financeiros10,00%15,20%

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