Olá amigo! Que a grama do vizinho é sempre mais verde, não é novidade, certo? Infelizmente estamos sempre elegendo parâmetros de comparação, e em 100% por cento das vezes, não são bons parâmetros.

Nós somos seres únicos, e assim, qualquer comparação acaba sendo equivocada. Principalmente com parâmetros tão pouco confiáveis, como outras pessoas.

Primeiro: se você se compara com alguém que acha melhor, o sentimento que segue é de inferioridade. E se a comparação é com alguém que julga “pior”, normalmente, serve para mascarar seus sentimentos de inferioridade, “sendo superior”. Maluco? Nem tanto.

Como isso é ruim

A comparação é sempre feita em cima do que vemos, ou seja, em cima do que as pessoas mostram. Mas não sabemos o que há por trás daquilo tudo. Como dizia um amigo meu: “por trás de cada carrão, tem sempre um carnêzão”.

É por aí: ver o resultado é simples. Dá a falsa sensação de facilidade e acaba criando frustração. Todo o caminho para se chegar até ali, você não viveu. Então, parece sempre que seu vizinho, como num passe de mágica, consegue “realizar mais que você”.

Essa frustração vai te deixando uma pessoa amarga, descontente e, pior de tudo, “reclamona”. Esse ciclo não te leva a lugar nenhum, e só faz sua vida andar para trás.

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Quando pode ser bom

Isso pode ser bom quando as conquistas alheias te movem para suas próprias. Em outras palavras, quando isso te inspira, e não te deprime.

Mas sempre com os dois pés na realidade. Nem toda inspiração do mundo é capaz de realizar alguma coisa sem esforço. Principalmente se seus objetivos estiverem em desacordo com sua vontade de “fazer acontecer”.

Lembre-se: o carro, a casa, a viagem e todas as conquistas visíveis dos outros, são apenas a parte visível de uma trajetória que sequer somos capazes de imaginar. Está pronto para os desafios?

Mãos à obra

Se a grama do vizinho te inspira, já é melhor do que o contrário. Use essa inspiração de combustíveis para correr atrás de suas conquistas e comece a executar. Mesmo “planejar”, faz parte da execução, pode acreditar.

Recentemente, em um eBook que ainda será lançado, trouxe a tona o conceito TOPP. Que é uma sigla que criei para 4 pontos que considero fundamentais na busca de nossos sonhos: Tempo, Objetivo, Perfil e Prioridade.

Ou seja, parte do “por a mão na massa” é pensar em como vai fazer isso e, o planejamento (financeiro ou mesmo de vida) é parte fundamental.

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Então defina seu Objetivo, o Tempo no qual pretende realizá-lo, conheça seu Perfil (quanto risco está disposto a correr, por exemplo) e onde ele se encaixa em suas Prioridades. Esse último ponto é importante para não gastar “vela com defunto ruim”.

O que quero dizer é que por mais que queiramos algo, nem sempre é prioritário. E, quando não pensamos nisso, podemos acabar comprando as telhas antes do alicerce. Com tudo isso “desenhado”, agora é partir para ação.

Conclusão

Mesmo com tudo isso, você sempre deve se perguntar COMO e POR QUÊ. Você precisa descobrir os caminhos para suas conquistas e, sempre deve se questionar sobre os motivos da jornada.

Tudo deve ter um propósito, que não deve ser apenas “mostrar-se” para os amigos. Quando as coisas servem a um propósito, a jornada da conquista fica muito mais interessante. Em resumo: seja “seu maior questionador”.

Questione-se sempre, para jamais perder de vista as coisas que de fato importam para você. Se as respostas não estiverem muito claras, talvez seja hora de procurar novos caminhos. Pronto para esse desafio? Um abraço e nos vemos em breve.

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Renato De Vuono
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