Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa do que imaginamos. Seja você uma pessoa ambiciosa ou adepta da frugalidade, você precisará de dinheiro.

O curioso é que grande parte das pessoas não mede esforços para obtê-lo, mas essas mesmas pessoas não costumam se importar em cuidar bem desse dinheiro obtido, inclusive, para multiplicá-lo.

Um paradoxo, sim; e mais real do que também imaginamos. O motivo? Falta de conhecimento, tanto de si mesmo, como do mundo dos negócios e dos produtos que o mercado financeiro oferece.

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O motivo de não cuidarmos bem do nosso dinheiro

Na educação financeira, existem duas grandes verticais de estudo, que são as finanças comportamentais (psicologia financeira), e as finanças técnicas (formas de investimento e multiplicação de capital).

Elas são complementares, e conhecer uma sem a outra, pode significar prejuízos para o seu bolso (ou no melhor caso, um crescimento bem lento do seu patrimônio). Só que somos seres emocionais, e com isso, o maior peso em termos de resultados, recai sobre as finanças comportamentais.

Você pode até compreender bem qual é o melhor título público para você aplicar o seu dinheiro, agora que a curva de juros do país está em declínio e considerando que você tem objetivos no médio prazo, mas se você não tiver disciplina para poupar o necessário, sua meta nunca será atingida.

Existem vários sabotadores no caminho do enriquecimento saudável. Alguns deles estão dentro de você, outros estão nas armadilhas do consumo, outros na pressão social pela aparência de sucesso (status), etc.

Se você não controlar bem a simples regra das finanças pessoais, que é gastar menos do que se ganha, e investir com regularidade e inteligência, você não vai alcançar suas metas. Pior, você poderá ser dependente das dívidas, e até experimentar a falência completa.

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As consequências (perigosas) de não cuidar do seu dinheiro

A questão mais delicada de tudo isso é que não podemos nos esquecer do primeiro parágrafo desse texto. Nossa relação com o dinheiro é mais forte e poderosa que imaginamos.

Se por um lado, a presença abundante do dinheiro, sem o devido preparo mental, pode causar desequilíbrios e consequências desastrosas; a falta dele, que é algo muito mais comum, também desencadeia vários tipos de problemas, de forma direta ou indireta.

Quando, por exemplo, pesquisamos quais são as principais causas de divórcio, o dinheiro não costuma aparecer no início das listas. No entanto, os motivos principais, como falta de respeito mútuo e relações extraconjugais, possuem relação indireta com o modo como o dinheiro é gerenciado no lar.

A dificuldade na manutenção de um padrão mínimo de conforto para a família pode levar as pessoas a estados depressivos,  crônicos inclusive, que podem evoluir para quadros mais severos.

Uma família que precisa lidar com uma redução brusca de um padrão de vida que era confortável, é outro exemplo gerador dos mais variados conflitos familiares, que podem se estender para outras esferas da vida, como a profissional.

Os benefícios (duradouros) de uma vida financeira equilibrada

Se por um lado, os cenários descritos são tristes e doloridos, temos também o outro lado dessa história, que é repleta de alegrias e experiências positivas que o dinheiro pode oferecer.

Pessoas bem preparadas, psicologicamente e tecnicamente, têm muito mais condições de utilizarem o dinheiro que ganham ao seu favor, não apenas para alcançar os objetivos pessoais, mas também para estar à frente de projetos que beneficiam outras pessoas.

Elas conseguem direcionar bem suas vidas profissionais, para gerarem valor para a sociedade, recebendo mais recursos financeiros por isso. Como consomem de forma responsável, sabendo diferenciar os desejos das necessidades, elas conseguem poupar e viver bem.

Essas pessoas educadas financeiramente, conhecem bem o mercado financeiro e o mundo dos negócios. Elas multiplicam esse dinheiro poupado de maneira constante e com eficácia.

Com o crescimento patrimonial, elas têm condições de realizarem seus objetivos de curto, médio e longo prazos, desde prover conforto e boa educação familiar, até criar empresas e auxiliar no enriquecimento da nação.

E aquelas pessoas que possuem um estilo de vida frugal, aplicando os mesmos conceitos, mantém seus objetivos de uma vida simples, porém equilibrada, onde podem utilizar melhor o seu tempo para desenvolver os projetos que fazem sentido para elas.

Revolucione a sua vida financeira agora

Depois das reflexões que esse texto gera, desejamos deixar algo mais prático para ajudar você, que ainda não conseguiu encontrar um equilíbrio saudável na sua vida financeira, ou que tem estabilidade, mas está com dificuldades de aumentar seu patrimônio e alcançar seus objetivos.

Num projeto inédito, Conrado Navarro, André Massaro, Ricardo Pereira e Giovanni Coutinho, estão prestes a lançar um ambicioso projeto de educação, batizado de Revolução Financeira.

Como funciona? Quais os detalhes envolvidos? Como ter acesso a este projeto? Qual o tempo de duração do projeto? Quantas vagas serão disponibilizadas?

Tudo isso será respondido em nosso primeiro encontro online, ao vivo, que será realizado no dia 1º de Fevereiro, próxima quarta-feira, às 20h. Para participar (gratuitamente), basta clicar aqui e reservar a sua vaga.

Seja breve, pois a sala virtual que disponibilizamos tem quantidade de acessos simultâneos limitados.

Além compreender do que se trata o projeto Revolução Financeira, você também poderá tirar suas dúvidas, ao vivo, com essa turma, que luta há mais de uma década para levar o equilíbrio financeiro e o enriquecimento saudável a todos quantos puderem.

Clique aqui agora mesmo e faça o seu cadastro. Um grande abraço, e que este seja o início de uma revolução nas suas finanças e na sua vida!

Redação Dinheirama
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