Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a notícia de que o Itaú liberou a funcionalidade de envio de dinheiro pelo Whatsapp.

Itaú libera envio de dinheiro pelo Whatsapp

O Itaú lançou nesta sexta-feira um teclado para Android e iOS que permite fazer transferências sem que o usuário precise sair do WhatsApp ou de qualquer app de mensagem ou rede social que estiver usando no momento. O recurso funciona integrado ao aplicativo do banco, já presente nos smartphones, e estará disponível por meio de atualização a todos os usuários e clientes do banco que o tiverem instalado.

Segundo o banco, para usar a funcionalidade, é preciso habilitá-la no aplicativo do banco e informar a senha do cartão. Quando estiver em algum app de mensagens, como o próprio WhatsApp, basta acionar o teclado para digitar uma mensagem e selecionar o Teclado Itaú nas opções para fazer uma transferência sem precisar sair da conversa — ou da busca ou do post, caso esteja no acessando o Google ou navegando no Facebook. Vale ressaltar que a ferramenta dá a opção de transferir dinheiro apenas a contatos salvos no app do Itaú.

A ideia do banco é se fazer presente “no contexto em que o cliente está inserido, como uma conversa com um amigo por mensagem de texto”, explica, em comunicado, Wagner Sanches, diretor-executivo da empresa. “Aprimoramos nosso canal para termos uma solução rápida, fácil e segura”, completa.

De acordo com a instituição financeira, atualmente, mais de 80% das transações de seus clientes são feitas por meio do internet banking e de aplicativos. Além disso, mais de 10 milhões de correntistas usam seus canais digitais, o que equivale a mais da metade da base do Itaú.

O Facebook é oficialmente menos popular que o Instagram e o Snapchat entre os jovens americanos

É oficial: o Facebook não é mais a rede número um dos adolescentes nos Estados Unidos. Um novo estudo do Pew Research Center indicou que apenas 51% dos americanos com idade entre 13 e 17 anos dizem usar o Facebook. Em 2015, a porcentagem era de 71%. Esses mesmos adolescentes agora usam o Instagram (72%) e o Snapchat (69%) para se conectarem online. E apenas 45% deles dizem ficar online quase constantemente.

O YouTube, na verdade, foi quase uma unanimidade entre os entrevistados, com 85% dos adolescentes dizendo que usam o site de compartilhamento de vídeos. Mas o Instagram e o Snapchat, que são mais tradicionalmente compreendidos como redes sociais, são os grandes vencedores dessa nova pesquisa. Há três anos, o levantamento da Pew registrou que 52% dos adolescentes usavam o Instagram e 41% usavam o Snapchat. Apenas 32% dos adolescentes dos EUA disseram ter uma conta no Twitter.

O número de adolescentes que reportaram estar online “quase constantemente” aumentou significantemente desde a última pesquisa de 2015: 45% disseram ficar conectado quase que constantemente (tanto no computador como no smartphone) comparado com 24% registrados há três anos. Ainda sobre o mesmo tópico, 44% disseram ficar online “várias vezes durante um dia” no estudo mais recente; há três anos, 54% diziam que se conectavam múltiplas vezes durante um dia.

Ao analisar as plataformas sociais usadas mais frequentemente pelos adolescentes, o Facebook se mostra novamente como um grande perdedor. O Snapchat é o ganhador, com 35% dos americanos dizendo que usam mais a rede, seguido do YouTube (com 32%). Apenas 10% dos adolescentes dos EUA disseram que o Facebook é a plataforma que eles usam mais frequentemente.

Uma das conclusões interessantes do estudo da Pew é que o Facebook é agora mais popular entre adolescentes de famílias de baixa renda. Em famílias com orçamento de até US$ 30 mil por ano, 70% dos adolescentes dizem usar o Facebook. Em famílias com renda entre US$ 30 mil e US$ 75 mil, 56% disseram usar a rede social de Mark Zuckerberg. Para adolescentes com famílias que ganham mais de US$ 75 mil, apenas 36% disseram usar a rede.

No que diz respeito a plataformas como o Instagram, a riqueza familiar não importa tanto: 74% dos adolescentes com orçamento familiar abaixo de US$ 30 mil por ano tem uma conta no Instagram. Em famílias com orçamento superior a US$ 75 mil, 71% dos adolescentes também tem uma conta no Instagram. Não custa lembrar que o Facebook também é dono do Instagram.

Uber rejeitou US$ 3 bilhões de Warren Buffett

O bilionário investidor Warren Buffett negociou um investimento de US$ 3 bilhões na Uber no começo deste ano, mas as conversas acabaram não indo para frente, segundo fontes com conhecimento do assunto. Buffett geralmente diz que não gosta de investir em empresas de tecnologia, porque não é especialista nessa área, mas seu conglomerado Berkshire HaBerkshire Hathaway vem comprando ações da Apple recentemente e hoje já é um dos maiores acionistas da companhia. O grupo é dono da seguradora de carros Geico e também tem uma rede de concessionárias, entre diversos outros investimentos.

O executivo-chefe da Uber, Dara Khosrowshahi, trabalha para preparar a empresa para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2019. Ele busca reduzir custos, após a companhia registrar um prejuízo de US$ 4,5 bilhões no ano passado, além de melhorar a imagem da Uber, depois de uma série de problemas recentes.

Mesmo com o prejuízo, a receita da Uber vem crescendo rapidamente, com expansão anual de 70% no primeiro trimestre deste ano, a US$ 2,59 bilhões.

Redação Dinheirama
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