Home Esportes Jogadores dizem que Mundial de Clubes não respeita as férias

Jogadores dizem que Mundial de Clubes não respeita as férias

A Fifa, órgão dirigente do futebol mundial, disse em maio que não consideraria a possibilidade de reprogramar o Mundial de Clubes com 32 equipes

por Reuters
3 min leitura

Sindicatos europeus membros do FIFPRO iniciaram uma ação legal contra a Fifa por causa do Mundial de Clubes ampliado, que, segundo eles, viola os direitos dos jogadores, pois não há espaço para descanso entre as temporadas, informou o sindicato global de jogadores nesta quinta-feira.

A Fifa, órgão dirigente do futebol mundial, disse em maio que não consideraria a possibilidade de reprogramar o Mundial de Clubes com 32 equipes, marcado para 15 de junho a 13 de julho do próximo ano, depois que o FIFPRO e a Associação Mundial das Ligas (WLA) ameaçaram entrar com um processo legal se os planos não fossem revisados.

A Associação dos Jogadores Profissionais de Futebol da Inglaterra (PFA) e o sindicato dos jogadores da França (UNFP), ambos membros do FIFPRO, apresentaram uma ação legal a um tribunal de Bruxelas na quinta-feira.

“Os sindicatos membros do FIFPRO Europa apresentaram hoje uma ação judicial contra a Fifa, contestando a legalidade das decisões da Fifa de definir unilateralmente o Calendário Internacional de Jogos (IMC) e, em particular, a decisão de criar e programar o Mundial de Clubes da Fifa 2025”, disse o FIFPRO em um comunicado.

“Os sindicatos de jogadores acreditam que essas decisões violam os direitos dos jogadores e de seus sindicatos de acordo com a Carta de Direitos Fundamentais da UE, além de potencialmente violar a lei de concorrência da UE.”

A ação pede que a Corte de Comércio de Bruxelas encaminhe o caso à Corte Europeia de Justiça.

A Fifa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O Dinheirama é o melhor portal de conteúdo para você que precisa aprender finanças, mas nunca teve facilidade com os números.

© 2024 Dinheirama. Todos os direitos reservados.

O Dinheirama preza a qualidade da informação e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe, ressaltando, no entanto, que não faz qualquer tipo de recomendação de investimento, não se responsabilizando por perdas, danos (diretos, indiretos e incidentais), custos e lucros cessantes.

O portal www.dinheirama.com é de propriedade do Grupo Primo.