A semana foi movimentada, começando com a notícia da venda do Yahoo, gigante que foi um dos percursores da internet.

No Brasil a justiça continua de olho no Facebook. Seus serviços como Whatsapp poderão voltar a ter problemas.

Facebook na mira da justiça brasileira

E surge um novo capítulo da série “Justiça Brasileira x Facebook”.

Após o Facebook ter R$ 38 milhões bloqueados por descumprimento de ordens judiciais, os ministérios públicos de todas as unidades federativas, bem como o Ministério Público Federal, agora defendem o bloqueio e até mesmo a extinção do WhatsApp no Brasil.

O motivo é o mesmo de sempre: o WhatsApp não apresentou os dados solicitados pela justiça para auxílio nas investigações.

De acordo com o MP, a ausência da colaboração com a justiça fere o Marco Civil da Internet. Este, que obriga as aplicações de internet a manter registro de atividades dos usuários por pelo menos seis meses e, quando solicitado, entregar os dados para a justiça.

O WhatsApp, assim como diversos serviços de comunicação atuais, possuem criptografia de ponta a ponta, o que impossibilita a entrega das mensagens trocadas, já que o aplicativo sequer os possui.

Ainda assim, o MP afirma que as empresas usam essa argumentação para não entregar os metadados e outros registros não criptografados.

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A venda histórica do Yahoo

O Yahoo anunciou nesta segunda-feira (25) sua aquisição pela Verizon, empresa de telecomunicações dos Estados Unidos, por US$ 4,83 bilhões.

A transação inclui apenas a operação do Yahoo e não os ativos da empresa na Ásia. O Yahoo será integrado à AOL, comprada em maio do ano passado.

Essa é a segunda compra bilionária feita pela Verizon em poucos meses. Vale destacar que em maio do ano passado, a empresa adquiriu a AOL por US$ 4,4 bilhões.

Dentro da Verizon, Yahoo e AOL serão integrados e ficarão sob a liderança de Marni Walden. Ele é presidente de inovação de produtos e novos negócios.

Instagram começa liberar perfil para empresas

O aplicativo Instagram anunciou que começou a liberação das Business Tools, que permitirão a criação de contas diferenciadas na rede social para empresa.

Esse perfil oferecerá acesso a informações analíticas de alcance e desempenho dos posts com o público.

O recurso está sendo distribuído aos poucos, primeiramente para os Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia.

A empresa também promete lançar a novidade para empresas de outros países nos próximos meses.

O diferencial de um perfil de empresa no Instagram é que os seguidores podem ver informações importantes, como contato, endereço, e o tipo de informação que facilite os negócios e a interação com o consumidor de um modo geral.

Redação Dinheirama
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