Nossa coluna de tecnologia e mundo digital da semana tem como destaque a importância do Brasil para o Uber.

Os brasileiros abraçaram o serviço da empresa, e mesmo com a resistência dos taxistas e o poder público, a startup não para de crescer.

Brasil se destaca e já é um dos três maiores mercados do Uber

O Brasil já é o terceiro maior mercado do Uber no mundo, atrás apenas dos EUA e Índia. As informações são de uma nova reportagem da Bloomberg, que entrevistou Andrew McDonalds, responsável pelas operações da empresa na América Latina e na Ásia.

Na matéria, intitulada “O Uber pode conquistar a América Latina?”, o site destaca o fato do aplicativo de transporte privado estar presente em mais de 65 cidades da região. A empresa planeja dobrar este número até o fim de 2017.

Apenas no Brasil, onde está presente desde 2014, o Uber já está em mais de 10 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Campinas, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Salvador, entre outras.

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De acordo com a assessoria do Uber no Brasil, que confirma a informação de Andrew MacDonalds, o aplicativo conta com mais de 10 mil motoristas e mais de 1 milhão de usuários.

Na entrevista, o executivo afirma que o serviço tem 50 mil motoristas na Cidade do México, que é a cidade com maior taxa de ocupação do Uber no mundo. São Paulo é a segunda.

Se a Cidade do México tem 50 mil carros, São Paulo é a segunda cidade mais ocupada e o Brasil é o terceiro maior mercado do Uber no mundo, das duas uma: ou o número de carros no Brasil está subestimado, ou o brasileiro está pagando mais que o mexicanos pelas viagens.

Galaxy Note 7: Depois das explosões Samsung promete divulgar o verdadeiro problema

Após descontinuar a produção do Galaxy Note 7, a Samsung disse nesta quinta-feira, 13, que irá revelar as causas da falha no aparelho “ao longo das próximas semanas”.

Um porta-voz da empresa disse ao site de tecnologia Business Insider que a companhia  sul-coreana está investigando as explosões e que um relatório deverá ser divulgado pela empresa, explicando os motivos para celulares considerados seguros também superaquecerem.

“Os smartphones para substituição têm baterias de um fornecedor diferente dos aparelhos originais”, disse o porta-voz da empresa ao Business Insider. “Atualmente, nós estamos fazendo uma investigação completa, e seria prematuro especular sobre os resultados. Mas iremos compartilhar mais informações nas próximas semanas.”

Após superaquecimento de aparelhos considerados seguros, analistas e especialistas questionaram se a culpa das falhas no Note 7 seria da bateria, como alegado em setembro, no início do recall.

Em entrevista ao jornal The New York Times, o especialista em baterias e ex-diretor do Centro para Baterias Avançadas no Korea Electronics Technology Institute, Park Chul-wan, disse que o diagnóstico foi prematuro.

“O problema parece ser muito mais complexo”, disse. “O Note 7 tinha muito mais recursos e era muito mais complexo do que qualquer outro telefone já fabricado.”

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Por falha na privacidade Verizon pode até desistir de comprar Yahoo

Os efeitos dos problemas de privacidade do Yahoo no seu acordo de venda com a Verizon são maiores do que o previsto inicialmente.

Há alguns dias surgiu a especulação de que a operadora teria pedido um desconto de US$ 1 bilhão para seguir com o negócio — que foi acertado inicialmente por US$ 4,8 bilhões. Agora a própria Verizon declarou publicamente que pode desistir de comprar o Yahoo.

O conselheiro geral da empresa, Craig Silliman, disse a repórteres que a Verizon tem “bases razoáveis” para acreditar que os problemas de privacidade representam um impacto material que a permite pular fora do acordo.

“Estamos esperando que o Yahoo nos mostre o tamanho do impacto”, disse ele, segundo a Reuters. “Se eles acreditam que não é [um impacto material], então eles precisam nos mostrar isso.”

Há uma cláusula no acordo de compra segundo a qual a Verizon pode desistir do negócio se um acontecimento novo gere efeitos adversos nos negócios, ativos, propriedades, resultados da operação ou nas condições financeiras do Yahoo.

Redação Dinheirama
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