Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais de tecnologia, empreendedorismo e cultura digital.

Nosso destaque é a aprovação pelo Senado de um projeto de lei que deverá criar impostos para serviços como Netflix.

Senado aprova projeto de lei que cobra impostos sobre apps como Netflix

Em discussão desde 2015, um projeto de lei que prevê cobrança de imposto municipal sobre serviços como Netflix foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (14/12). O texto agora segue para sanção do presidente Michel Temer.

O projeto de reforma do ISS (Imposto sobre Serviços de qualquer natureza) estabelece em 2% a alíquota mínima do imposto, numa tentativa de “acabar com a guerra fiscal entre os municípios”, aponta a Agência Senado.

Um dos pontos mais polêmicos, e por isso mesmo, mais debatidos na votação, é a inclusão de novos serviços na lista.

Pelo novo PL, foram incluídas atividades como “processamento de dados, programação e computadores; e conteúdo de áudio, vídeo, imagem e texto em páginas eletrônicas, exceto no caso de jornais, livros e periódicos” – o que incluiria plataformas como Netflix e Spotify, por exemplo.

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Verizon pode desistir da compra do Yahoo após vazamento de dados

Depois do anúncio da última quarta-feira (14), de que mais de um bilhão de contas do Yahoo foram hackeadas em 2013, a Verizon parece estar repensando a compra da empresa de serviço de internet.

De acordo com um relatório da Bloomberg, a companhia está avaliando um desconto no valor da compra e até a possibilidade de desistir do negócio.

O principal motivo para a desistência da aquisição são os futuros processos que a empresa pode acabar sofrendo.

Fontes familiarizadas com o caso dizem que a Verizon está procurando uma maneira de o Yahoo assumir qualquer responsabilidade a longo prazo caso seja levada à justiça por usuários que se sentirem prejudicados.

Essa não é a primeira vez que o Yahoo confirma um vazamento de dados. Em setembro, a companhia revelou que dados de mais de 500 milhões de contas de usuários haviam sido roubados por criminosos em 2014.

Facebook revela planos para barrar compartilhamento de notícias falsas

O Facebook disse que está preparado para combater o problema de notícias falsas que tomou conta da plataforma, e agora está concentrando esforços para entregar o que prometeu com novos recursos que ajudam usuários a diferenciar notícias verdadeiras das falsas.

Agora, quando você identificar uma história falsa que circula em seu feed, você pode reportá-la ao clicar no canto direito superior no post e selecionar “É uma notícia falsa” como razão para a sua marcação.

O Facebook irá, então, pegar os posts reportados pelos usuários e entregá-los para quatro organizações que verificam fatos que respeitam o Código Internacional de Princípios de Verificação de Fatos da instituição Poynter, são elas a FactCheck.org, Snopes.com, Politifact e ABC News.

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Se essas organizações determinarem que a história é falsa, o Facebook a marcará com uma tag indicando que o post foi “reclamado”.

As pessoas ainda poderão compartilhar os posts marcados como notícias falsas, mas o Facebook deixará bem claro que você está distribuindo informações falsas com um alerta adicional antes de você publicá-lo.

Você terá a opção de cancelar ou continuar, mas aí todos os seus amigos saberão que você foi informado de que a história era falsa e, mesmo assim, você decidiu seguir em frente. Algo que, convenhamos, seria constrangedor.

Redação Dinheirama
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