Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais de tecnologia, empreendedorismo e cultura digital.

Nosso destaque é a constatação de que os influenciadores digitais estão cada dia mais ganhando espaço na vida das pessoas. Prova disso é o termo YouTuber, que entrou para o dicionário.

Palavra ‘YouTuber’ entra para o dicionário

A palavra “YouTuber” deixou de ser apenas uma gíria da internet e entrou para o Oxford EnglishDictionary, que é o registro definitivo do idioma inglês. A palavra foi adicionada neste mês junto com outras 500.

De acordo com o Oxford, um YouTuber é definido como “um usuário frequente do site de compartilhamento de vídeos YouTube, especialmente alguém que produz e aparece em vídeos no site”.

Outras palavras do mundo da tecnologia que ganharam espaço no dicionário foram hackable, que é algo capaz de ser hackeado, e hackathon, que é uma maratona de programação.

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Carro da Tesla prevê acidente de trânsito

Uma tecnologia recentemente inserida nos carros da Tesla mostrou que está funcionando muito bem. Uma câmera instalada em um automóvel da marca capturou o momento em que a função piloto automático do carro previu um acidente de trânsito segundos antes de acontecer.

Um vídeo, publicado no Twitter pelo usuário Hans Noordsij, mostra um veículo da Tesla na rodovia A2 da Holanda.

Em seguida, a função piloto automático do carro emite um alerta. Uma fração de segundos depois, um veículo na frente do Tesla bate em um modelo SUV que estava à sua frente.

Assista ao vídeo:

Clique aqui para assistir

EUA começam a pedir informações de redes sociais para visto americano

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos aprovou uma proposta que permite aos órgãos voltados à segurança e à imigração no país pedirem informações de redes sociais no preenchimento de vistos e autorizações de viagens.

Assim, ao preencher documentos requerendo a permanência nos EUA, os estrangeiros vão encontrar agora um campo que pede que sejam inseridas informações sobre “sua presença online”.

A ideia da medida é ajudar a identificar ameaças terroristas e não deve afetar os cidadãos de países que não precisam de visto para entrar no território americano.

A proposta, desde o início, sofre uma série de críticas devido aos riscos de invasão de privacidade. A American Civil Liberty Union, por exemplo, já se mostrou preocupada com os riscos de uma “discriminação mais severa com comunidades árabes e muçulmanas” e com pessoas com nomes e sobrenomes relacionados a essas comunidades.

Redação Dinheirama
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