Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a informação da melhoria nas entregas da AliExpress.

AliExpress anuncia que entregas levarão menos de um mês para chegar ao Brasil

O AliExpress, site de comércio chinês, anunciou uma nova modalidade de serviço para reduzir o tempo de entregas para o Brasil para menos de um mês – atualmente, as entregas podem levar entre 30 e 60 dias para chegar ao País. A empresa revelou o AliExpress Premium Shipping, que deve fazer o tempo de entregas cair para entre 22 e 28 dias.

O novo programa é possível após uma parceria entre a AliExpress e a Cainiao Network, o braço logístico do Alibaba, conglomerado do qual a AliExpress também é parte.  A encomenda no Premium será totalmente rastreável e, segundo as empresas, proporcionará aos usuários uma economia de até 59% no custo de envio – lotes pesados devem se beneficiar da modalidade.

“O lançamento do AliExpress Premium Shipping para o Brasil representa o nosso compromisso com este importante mercado e a melhoria contínua da experiência do consumidor”, disse em comunicado Kang Huang, diretor regional do AliExpress para a América Latina.

Amazon compra participação em app europeu de entrega de comida para enfrentar Uber Eats

A Amazon comprou uma participação na empresa britânica de entrega de comida Deliveroo, liderando uma captação de US$ 575 milhões (R$ 2,3 bilhões) para enfrentar a Uber Eats na corrida global para dominar o mercado de entregas de refeições.

As notícias de que a maior varejista online do mundo comprou fatia em uma das empresas de tecnologia que mais crescem na Europa minaram as ações dos rivais europeus Just Eat, Takeaway.com e Delivery Hero.

O fundador e presidente-executivo da Deliveroo, Will Shu, disse que a captação de recursos permitirá que o grupo deficitário aumente seu alcance, desenvolva tecnologia e busque inovações, como expandir suas próprias cozinhas que podem ser alugadas a restaurantes para atender à demanda.

A Deliveroo não divulgou números sobre a participação da Amazon. Ela já levantou US$ 1,53 bilhão até o momento, auxiliado pelos investidores existentes T. Rowe Price, Fidelity Management and Research Co. e Greenoaks.

“A Amazon tem sido uma inspiração para mim, pessoalmente e para a empresa, e estamos ansiosos para trabalhar com uma organização tão obcecada pelo cliente”, disse Shu.

WhatsApp detecta falha de segurança

Um grupo de hackers encontrou uma falha de segurança no WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens instantâneas mais utilizados no mundo, informou a empresa, que pede que seus usuários o atualizem. A falha permitia que hackers instalassem spyware em alguns telefones e acessassem os dados contidos nos aparelhos, infectando sistemas operacionais da Apple (iOS) e do Google (Android). Aprenda a atualizar o WhatsApp no seu celular para se proteger do problema.

A vulnerabilidade, informada primeiro pelo Financial Times, foi reparada na última atualização do WhatsApp, de propriedade do Facebook e utilizado por cerca de 1,5 bilhão de pessoas. Os hackers conseguiam inserir um programa malicioso nos telefones mediante chamada telefônica por meio do aplicativo.

Segundo o Financial Times, que cita um distribuidor de spyware, a ferramenta foi desenvolvida por uma empresa com sede em Israel chamada NSO Group, acusada de ajudar governos do Oriente Médio e até o México a espionar ativistas e jornalistas. Especialistas em segurança indicaram que o código malicioso tem semelhanças com outras tecnologias desenvolvidas pela empresa, segundo o New York Times.

Esta nova vulnerabilidade de segurança foi descoberta no início deste mês e o WhatsApp rapidamente resolveu o problema, lançando uma atualização em menos de 10 dias. “WhatsApp incentiva as pessoas a baixar a versão mais recente do nosso aplicativo, bem como manter em dia o sistema operacional do seu telefone, para se proteger contra possíveis ataques de segurança que visam comprometer as informações armazenadas no aparelho”, disse um porta-voz da empresa.

A companhia não informou o número de usuários prejudicados ou os alvos do ataque, mas ressaltou que reportou o caso às autoridades americanas.

Redação Dinheirama
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