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Nosso destaque é a notícia de o Google promoverá a maior mudança da história do Gmail.

Google faz maior reforma da história no serviço de e-mail Gmail

O serviço mais popular de e-mails do mundo, o Gmail, está ganhando uma grande reformulação. Mas calma: se você é um dos 1,4 bilhão de usuários da plataforma, poderá optar em testar as novidades – se não gostar, ainda será possível voltar ao design atual.

Além das mudanças visuais, que deixaram o sistema mais clean e intuitivo, o serviço também ganhou novas funções – em entrevista ao site The Verge, Jacob Bank, gerente de produto do Gmail, disse que a intenção é deixar os usuários “mais seguros e produtivos” – o que pode aproximar o Gmail do mundo corporativo, mas não é exatamente uma má ideia.

Para ativar o novo recurso, basta acessar o ícone de configurações no lado superior direito do serviço e selecionar a opção “Testar o novo Gmail”.

Há uma série de funções, destinadas, por exemplo, para aumentar a confidencialidade e a segurança de determinadas mensagens: será possível, por exemplo, escolher uma data para que um e-mail “perca sua validade” (a partir de uma semana, ou depois da realização de um evento a que a mensagem se refere).

Algumas ferramentas podem demorar algumas semanas para chegar, mas também vão nessa direção. Uma delas é chamada pela empresa de Integrated Rights Management (IRM, ou gerenciamento integrado de direitos) e pode dar ao remetente o poder de não permitir que o destinatário copie, encaminhe, baixe ou imprima determinadas mensagens – algo que casa bem com o universo corporativo, mas também pode ser importante no âmbito pessoal.

Além disso, será possível pedir que um usuário passe por autenticação de dois passos (usando um código enviado por SMS, por exemplo) para acessar um e-mail confidencial. Outra novidade bacana é um sistema do Google de detecção de phishing – mensagens com links suspeitos enviadas para enganar o usuário, levando-o para um site perigoso ou a fim de roubar seus dados pessoais.

UE chega a acordo que força Netflix e Amazon a financiarem conteúdo europeu

Parlamentares e países-membros da União Europeia assinaram um acordo preliminar que permitirá aos países forçar os serviços de streaming online, incluindo Netflix e o serviço de vídeo da Amazon, a financiarem filmes e programas de TV europeus.

A nova legislação estende as regras de difusão da União Europeia para serviços de vídeo online e inclui uma quota de 30% de obras europeias em plataformas de vídeo sob demanda, disse o Parlamento Europeu.

Plataformas de compartilhamento de vídeos como o YouTube, do Google, e o Facebook também terão que tomar medidas contra conteúdo “incitando a violência, o ódio e o terrorismo”.

As plataformas online precisarão criar um “mecanismo transparente, fácil de usar e eficaz para permitir que os usuários denunciem ou chamem a atenção para conteúdo”.

“Fomos bem-sucedidos em negociar que um nível similar de proteção se aplique agora também aos serviços de mídia da internet, como ocorre com os serviços clássicos de mídia”, disse Sabine Verheyen, parlamentar da UE que ajudou a legislação a avançar no Parlamento Europeu.

Apesar de escândalo, faturamento do Facebook avança 50% no 1º trimestre

Nem mesmo a mais grave crise de imagem do Facebook abalou o crescimento da maior rede social do mundo. Superando todas as expectativas, a firma de Mark Zuckerberg registrou um aumento no faturamento de quase 50%, para US$ 11,97 bilhões (cerca de R$ 41,66 bilhões), no primeiro trimestre deste ano.

O mercado previa números pouco abaixo dessa faixa, com analistas projetando um faturamento de US$ 11,4 bilhões.

O lucro líquido, por sua vez, subiu 63%, para quase US$ 5 bilhões, ante US$ $3,06 bilhões no mesmo período do ano passado.

O resultado teve impacto positivo no mercado. As ações da empresa subiam 4,3% no “after hours“, período de negociação que ocorre após o fechamento do pregão tradicional.

Mesmo com esse avanço de dois dígitos, o Facebook acumula perda de 9,5% do valor de seus papéis em Wall Street neste ano, um tombo causado pelo vazamento de dados de 87 milhões de usuários para uma consultoria política que manipulou a última eleição presidencial nos Estados Unidos a favor de Donald Trump.

Redação Dinheirama
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