Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a informação de que o Instagram começou testes que testam o fim dos likes em publicações

Instagram testa fim dos likes em fotos e vídeos

Na F8, conferência de desenvolvedores do Facebook, o Instagram anunciou que testará o fim das curtidas em fotos e vídeos. Segundo Adam Mosseri, chefe do Instagram que conduziu a apresentação, os testes acontecerão a partir do final desta semana no Canadá. A escolha pelo país se dá por conta de ser “altamente social” e com uma base grande de usuários. São 24 milhões de pessoas conectadas ao app de fotos.

Segundo ele, o Instagram quer que os usuários apreciem as fotos e vídeos e desapeguem do número de curtidas que encontram. Os números serão removidos  do Feed e em perfis. Os usuários poderão ver o número de curtidas apenas dos próprios perfis. Ele não falou se o recurso será levado a outros países.

O executivo também anunciou outros recursos e medidas para deixar o ambiente na rede social mais “saudável”. Um deles é a um aviso para o usuário está prestes a postar algo que possa magoar a pessoa que está lendo. Um outro será um “modo ausente”, que reduz o número de notificações e que encoraja a passar menos tempo no app.

Zuckerberg anuncia primeiras mudanças no Facebook para priorizar mensagens privadas e grupos

O Facebook apresentou nesta terça-feira reformulações em sua plataforma em seus primeiros passos concretos para torná-la uma rede voltada para a troca de mensagens privadas e comércio eletrônico.

O objetivo é buscar novas fontes de faturamento como resposta a uma série de escândalos ligados à disseminação de notícias falsas e vazamento de dados de usuários.

As mudanças foram anunciadas pelo presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, na conferência anual F8, onde a empresa mostra uma prévia dos lançamentos de novos produtos aos desenvolvedores

A orientação para a rede social foi prometida pelo executivo em março.

Zuckerberg revelou um novo design para a maior rede social do mundo, que coloca menos ênfase na exibição de notícias dos amigos do usuário e dá mais importância para as ferramentas de mensagens, venda online e vídeo sob demanda.

O feed de notícias dos usuários continua a atrair dólares em anúncios para o Facebook, mas o crescimento da base de usuários em seus mercados mais lucrativos diminuiu.

“Acreditamos que existe uma comunidade para todos. Por isso, estamos trabalhando em uma grande evolução para tornar as comunidades tão centrais quanto os amigos”, disse Zuckerberg no evento.

Em sua fala, Zuckerberg apontou as mensagens privadas, pequenos grupos, histórias efêmeras e curtas como as áreas de crescimento mais rápido da comunicação online.

Spotify chega aos 100 milhões de assinantes pagantes

O Spotify chegou à marca de 100 milhões de assinantes pagantes mais rápido do que Wall Street esperava, e ao mesmo tempo se diversificou da música para os podcasts, enquanto busca um caminho para a lucratividade em longo prazo.

A empresa elevou seu número de assinantes pagos em quatro milhões no primeiro trimestre deste ano, acima dos três milhões projetados pelos analistas. Executivos do Spotify anunciaram crescimento superior ao esperado nos Estados Unidos.

“Os Estados Unidos são um mercado tão imenso para nós que qualquer probleminha sofrido lá dificulta o desempenho do resto do negócio”, disse Barry McCarthy, vice-presidente de finanças da empresa.

“Assim, você sabe automaticamente que os Estados Unidos foram um mercado forte. Mas não houve uma atividade promocional determinada que eu possa identificar [como propulsor do crescimento]. Às vezes o vento simplesmente está a favor. O trimestre passado foi um desses casos”.

O Spotify adquiriu as startups de podcasts Gimlet Media, Anchor e Parcast, este ano, em um esforço para investir em outras áreas que não a música, para se diferenciar de concorrentes como a Apple e a Amazon.

O streaming de música é um mercado superlotado, com diversos serviços oferecendo um catálogo idêntico de cerca de 50 milhões de canções. O Spotify, em contraste, espera que podcasts exclusivos o ajudem a conquistar mais clientes.

Redação Dinheirama
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