Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque  é a informação de que mesmo após o lançamento dos novos iPhones o preço dos modelos antigos não mudarão no Brasil.

iPhone ‘antigo’ mantém preço no Brasil e Apple Watch fica mais caro

Contrariando as expectativas de quem esperava conseguir comprar um iPhone antigo com preços mais acessíveis, a Apple não alterou os preços de versões anteriores de seu smartphone no País após anunciar os novos iPhone XS, XS Max e XR.

Na última quinta-feira (13), a empresa atualizou sua loja oficial no País após os lançamentos e o preço dos iPhones por aqui permaneceu inalterado – com isso, o iPhone 8 segue custando a partir de R$ 4 mil, enquanto seu irmão mais velho iPhone 8 Plus continua sendo vendido por pelo menos R$ 4,6 mil. Nos EUA, vale lembrar, os aparelhos tiveram redução média de US$ 100 no preço de venda.

Seguindo a tendência mundial, a empresa ainda parou de vender por aqui os iPhones 6S, 6S Plus, SE e X – este último, lançado ano passado, ajudou a empresa a atingir a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado e serviu como inspiração para os novos celulares da companhia de Steve Jobs.

Já o Apple Watch, relógio inteligente da empresa, ficou ainda mais caro no Brasil. Se lá fora, o Apple Watch Series 3 recebeu uma redução de preço e agora é vendido a US$ 279, aqui ele ficou até R$ 700 mais caro. Agora, a versão com Wi-Fi do vestível custa pelo menos R$ 2,9 mil; já as versões com 4G custam pelo menos R$ 3,9 mil – antes, era R$ 3,2 mil.

Os fones de ouvido Air Pods, com conectividade Bluetooth, também ficaram mais caros: eram vendidos a R$ 1,4 mil e agora custam R$ 1,5 mil na loja oficial da Apple no Brasil.

Há um vilão para explicar porque não foi dessa vez que os aparelhos da Apple ficaram mais baratos por aqui: o dólar. Na quarta-feira (12), a moeda americana era negociada no Brasil a R$ 4,16; há um ano, um dólar valia R$ 3,14, em desvalorização do câmbio nacional de 32% nos últimos 365 dias.

Vale lembrar que ainda não há previsão de preço ou data de lançamento para os novos aparelhos anunciados pela Apple.

Jeff Bezos, CEO da Amazon, lança fundo filantrópico de US$ 2 bilhões

O presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, lançou o Bezos Day One Fund, uma nova iniciativa filantrópica, com um compromisso inicial de US$ 2 bilhões (R$ 8,32 bilhões) para ajudar famílias sem teto e criar pré-escolas para comunidades de baixa renda.

O fundo será dividido entre o Day One Families Fund e o Day One Academies Fund.

“O Families Fund emitirá prêmios anuais de liderança para organizações e grupos cívicos que realizam trabalhos compassivos e direcionados para fornecer abrigo e alimentação para atender às necessidades imediatas de famílias jovens”, disse Bezos no Twitter.

O Academies Fund lançará e operará uma rede de pré-escolas de alta qualidade, com bolsa integral e que aplicarão o método de ensino Montessori em comunidades carentes.

Bezos, com uma fortuna estimada em mais de US$ 160 bilhões (R$ 665,5 bilhões), é atualmente o homem mais rico do mundo, segundo a Forbes.

No Brasil, o empresário Elie Horn, dono da Cyrela,  assumiu  o compromisso público de destinar para filantropia 60% de sua fortuna, estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,16 bilhões).

Nubank registra prejuízo de R$ 50 milhões no 1º semestre de 2018

Em seu relatório semestral referente à primeira metade de 2018, a Nubank registrou um prejuízo líquido de quase R$ 51 milhões, amargando uma perda 30% maior do que a registrada no mesmo período de 2017, quando registrou R$ 38,9 milhões em perdas.

Os números, no entanto, não assustam a fintech. Em comunicado oficial, a Nubank diz que o resultado anualizado melhora em 13% se comparado com o prejuízo de R$ 117 milhões que foi registrado no final de 2017. A assessoria de imprensa da instituição ainda destaca os importantes investimentos feitos, apontando principalmente para a abertura do escritório em Berlim.

“Dada a natureza do negócio, há um investimento inicial na análise de novos clientes, bem como na produção e envio dos cartões. Apenas após um período de uso tais clientes passarão a ser rentáveis para a Instituição”, explica o documento ao enfatizar que a fintech ainda se encontra em “fase de acelerado crescimento”

A receita total (operacional e financeira) chegou a R$ 503 milhões neste primeiro semestre, o que representa crescimento de 112% em comparação com o mesmo período de 2017.

Analistas financeiros  explicam que tais resultados são normais neste nicho e “nessa fase” e que não é “nada preocupante”, já que o Nubank ainda não tem escala para diluir seus custos ao longo dos anos até que o negócio finalmente gere lucro.

Redação Dinheirama
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