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Nosso destaque  é o lançamento do novo Galaxy Note 9 da Samsung que irá custar a partir de US$ 1 mil

Novo celular da Samsung, Galaxy Note 9 vai custar a partir de US$ 1 mil

A Samsung apresentou na manhã desta quinta-feira  (9), seu novo smartphone premium, o Galaxy Note 9, durante evento em Nova York. Com poucas novidades em termos de design com relação ao “primo” Galaxy S9, o destaque do novo aparelho ficou mesmo em questões de desempenho, como processamento e bateria, além de pequenas novidades na câmera e na caneta característica da linha Note.

A Samsung também se preocupou em mostrar uma nova linha de produtos, incluindo o relógio Galaxy Watch e a caixa de som conectada Galaxy Home. “É hora de uma nova geração de dispositivos que vão prever o que você quer antes de você pensar. Eles terão tecnologia aberta e privacidade o suficiente para que você se sinta seguro”, disse DJ Koh, presidente executivo da divisão de aparelhos móveis da Samsung, durante o evento.

Com lançamento previsto para 24 de agosto nos EUA, mas ainda sem data definida para o Brasil, o Galaxy Note 9 terá tela Super AMOLED de 6,4 polegadas, o maior tamanho já visto em um dispositivo da linha na história. Além disso, seguindo uma tendência recente do mercado, o aparelho terá tela “infinita”, quase sem bordas – a exceção, mais uma vez, fica por conta do espaço dedicado para a câmera frontal, que tem 8 MP (megapixels).

Já a câmera traseira segue tendo duas lentes – uma grande angular e uma teleobjetiva, as duas com 12 MP (megapixels). Logo abaixo delas, na parte traseira do aparelho, também há um leitor de impressão digital. O Galaxy Note 9 também terá uma entrada tradicional para fones de ouvido e poderá ser carregado com entrada USB-C.

Internamente, o aparelho usa o processador Qualcomm Snapdragon 845 – o mesmo do Galaxy S9, lançado em março – e o sistema Android 8.1 Oreo. Já a bateria terá 4.000 mAh – um terço a mais do que o antecessor Galaxy Note 8. “Queremos que ela dure o dia inteiro… e um pouco mais”, disse DJ Koh, durante o evento.

Clientes de fintech terão caixa eletrônico para fazer saque

Consumidores poderão sacar em contas mantidas via aplicativos e tirar dinheiro de caixas eletrônicos sem precisar de cartão.

Essas operações passam a ser possíveis a partir de parceria da ABFintechs (associação que reúne as startups do setor financeiro) com a empresa Saque e Pague, que possui rede de 1.100 caixas de autoatendimento. A iniciativa será anunciada nesta quarta-feira (8) durante evento do setor que acontece em São Paulo.

Com o acordo, as mais de 300 startups da associação ficam aptas a oferecer seus serviços nos pontos de atendimento da Saque e Pague.

Assim o setor de startups financeiras busca vencer uma das principais desvantagens na disputa com os bancos tradicionais: a dificuldade do consumidor de transformar o dinheiro guardado em contas digitais em notas e moedas.

“Esse tipo de parceria é o começo da virada de jogo entre fintechs e bancos”, afirma Stephanie Fleury, diretora-executiva da ABFintechs

O cliente que quiser sacar ou depositar dinheiro em sua conta digital poderá encontrar a companhia da qual é cliente em uma lista de serviços disponíveis no caixa e fazer a operação, afirma Fleury.

Antes, tirar dinheiro de uma dessas contas dependia de ter um cartão pré-pago associado a ela ou fazer transferência eletrônica para uma conta em banco tradicional, o que diminuía o interesse pelo serviço das iniciantes, de acordo com a executiva.

“Por mais inovador que seja tudo o que a gente está construindo, a realidade do brasileiro ainda está muito ligada ao dinheiro físico”, afirma Fleury, que também é presidente da startup DinDin, de conta digital via aplicativo.

Fazem parte da associação startups com serviços populares, como Neon. A adesão à rede de autoatendimento depende de opção das fintechs.

Spotify testa plano gratuito que permite pular anúncios

Pagar por um serviço premium é a melhor maneira de ouvir suas músicas favoritas por streaming — você tem uma seleção melhor de faixas e, mais importante, poucos ou nenhum anúncios frustrantes. Ainda assim, o Spotify está impulsionando o crescimento de sua opção de streaming gratuito, apesar de esse ser um dos maiores e mais estúpidos pontos da briga do aplicativo com a indústria da música.

Embora a versão gratuita seja ruim em comparação com a paga, o Spotify a melhorou neste ano, dando aos usuários mais escolhas de como fazer o streaming das músicas em seu smartphone. O plano gratuito agora pode ter uma outra melhoria a caminho: a empresa está atualmente testando permitir aos usuários “pular anúncios de áudio e vídeo quando quiserem, quantas vezes quiserem, permitindo-lhes voltar rapidamente para a música”, informa o Ad Age. Por ora, esse teste só está acontecendo na Austrália, mas o Spotify deseja um dia levar a opção para todos, segundo a reportagem.

A mudança poderia trazer mais dinheiro por anúncio em relação às propagandas que os usuários não pulam, mas, com sorte, o ouvinte médio também poderá lidar com menos anúncios no geral.

Redação Dinheirama
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