Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a venda expressiva de ações do facebook pelo seu primeiro investidor de peso, Peter Thiel.

Primeiro grande investidor do Facebook vende 73% de suas ações

O primeiro grande investidor do Facebook, o empreendedor Peter Thiel, vendeu quase 73% de suas ações da rede social, de acordo com documentos enviados ao órgão regulador do mercado norte-americano (SEC, na sigla em inglês) na última terça-feira (21).

Thiel, que é membro do conselho do Facebook, já havia vendido mais de US$ 1 bilhão em ações antes de enviar o comunicado ao mercado na terça-feira. No documento, ele especifica que vendeu mais de 160.805 ações por cerca de US$29 milhões, ficando com 59.913 ações Classe A da empresa.

Um representante do Facebook chamou de rotineiras as vendas de Thiel e disse que há nada de novo a comentar sobre o assento do investidor no conselho da empresa.

Thiel, que é cofundador do serviço de pagamento PayPal, se tornou investidor do Facebook em 2004, com um aporte inicial de US$ 500 mil. Em 2016, foi o único grande nome do Vale do Silício a apoiar o presidente Donald Trump, o que fez algumas pessoas pedirem por sua remoção do conselho do Facebook.

Na época, o executivo-chefe e cofundador Mark Zuckerberg, contudo, disse que Thiel deveria ficar, citando a importância da diversidade de opinião na empresa.

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Fortuna de dono da Amazon chega a US$ 100 bilhões, diz agência

A fortuna de Jeff Bezos, 53, presidente-executivo da Amazon, atingiu nesta sexta-feira (24) pela primeira vez a marca de US$ 100 bilhões, segundo levantamento da agência Bloomberg.

A marca é resultado da alta das ações da empresa de varejo on-line, com os investidores otimistas com o desempenho dela nas vendas de Black Friday. Os papéis da Amazon subiam 2,58% até o momento da publicação desta reportagem.

Bezos, no entanto, não é a primeira pessoa a atingir a marca de US$ 100 bilhões.

Bill Gates, dono da segunda maior fortuna do mundo hoje, com US$ 88,9 bilhões, atingiu o patamar histórico em julho de 1999 —em valores atualizados pela inflação americana, o valor representa hoje US$ 148 bilhões.

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China cria 1º parque temático de realidade virtual

A China criou seu primeiro parque temático de realidade virtual, aproveitando um boom na demanda por entretenimento virtual, em meio a um esforço para diversificar sua economia.

O parque de 134 hectares, localizado nas proximidades de Guiyang, capital da província de Guizhou, uma das mais pobres do país, promete 35 atrações de realidade virtual, desde jogos de atirar a montanhas-russas até passeios com alienígenas intergaláticos nos locais turísticos da região.

A demanda por entretenimento virtual deve levar o mercado de realidade virtual a crescer 10 vezes no país e atingir quase US$ 8,5 bilhões até 2020, de acordo com previsão da instituição estatal de estudos e pesquisas CCID.

“Esta é uma atração inovadora, porque é simplesmente diferente”, disse presidente-executivo do empreendimento Chen Jianli à Reuters, em entrevista no parque, que dever ser parcialmente aberto ao público em fevereiro.

O parque Oriental Science Fiction Valley de US$ 1,5 bilhão faz parte do plano da China para desenvolver novos motores de crescimento centrados em tendências, como jogos, esportes e tecnologia de ponta, para reduzir a dependência de indústrias tradicionais.

Redação Dinheirama
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