Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é o Twitter que anunciou testes para aumentar o número de caracteres nas mensagens da plataforma.

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Twitter testa dobrar limite de 140 caracteres em postagens

Famoso pela regra dos 140 caracteres, o Twitter anunciou) que testa ampliar esse limite para as postagens na rede.

“Compreendemos que, como muitos de vocês vêm tuitando há anos, pode haver um apego emocional aos 140 caracteres —nós também sentimos isso. Mas tentamos isso, percebemos o poder que tem e nos apaixonamos por essa restrição, ainda breve, nova”, afirmou a empresa em um texto publicado em seu blog.

Segundo o Twitter, “um pequeno grupo”, por enquanto, pode enviar mensagens de até 280 caracteres em idiomas exceto japonês, chinês e coreano.

“Em idiomas como japonês, coreano e chinês, você pode transmitir quase o dobro de informações em um caractere do que em muitas outras línguas, como inglês, espanhol, português ou francês”, justificou.

Segundo a empresa, apenas 0,4% dos tuítes em japonês tem 140, enquanto em inglês esse valor sobe para 9%. “A maioria dos tuítes em japonês são de 15 caracteres, enquanto a maioria dos tuítes em inglês são de 34”, afirma.

“Além disso, em todos os mercados, quando as pessoas não precisam colocar seus pensamentos em 140 caracteres e, na verdade, têm alguns de sobra, vemos mais pessoas tuitando.”

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Facebook anuncia novo diretor-geral no Brasil

O Facebook apresentou nesta sexta-feira (22) Conrado Leister, 42, como novo diretor-geral no Brasil.

A posição estava ocupada por Diego Dzodan, vice-presidente para América Latina, que acumulou a função após a saída de Marcos Angelini no fim de janeiro.

Com mais de 15 anos no mercado de tecnologia, Leister comandava as operações do Brasil e da América Latina da empresa de soluções em software Sas.

Formado em engenharia elétrica pela Escola Politécnica da USP e com MBA na Universidade de Duke, nos EUA, Leister também passou pela SAP e liderou times de alta performance.

“No Facebook, estamos focados em aproximar as pessoas e ajudar as empresas brasileiras em seu processo de transformação digital, construindo soluções que as ajude a ter sucesso na nova economia móvel”, disse em comunicado Diego Dzodan.

“Estou entusiasmado em me unir ao Facebook, que está mudando a maneira como as pessoas no Brasil se conectam e se aproximam ao redor de seus interesses comuns, e também fazem negócios”, afirmou Leister em comunicado.

“Eu acredito no poder transformador da tecnologia e estou empolgado com a oportunidade ajudar a conduzir esta conversa no Brasil.”

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Contratos entre grandes empresas e startups crescem 194% no Brasil

O número de contratos firmados no Brasil entre grandes empresas e startups aumentou 194% durante os meses de julho de 2016 e julho de 2017, na comparação com o mesmo período anterior, aponta estudo realizado pelo 100 Open Startups, movimento de apoio ao empreendedorismo.

Ao todo, 135 relacionamentos de negócios foram fechados entre corporações e as empresas iniciantes de tecnologia entre julho de 2016 e julho de 2017 – no período anterior, foram 46.

Para Bruno Rondani, criador do 100 Open Startups, o aumento no número de contratos se deve a uma mudança na lógica das grandes empresas, que têm buscado as startups para tentar resolver problemas de produtividade, redução de custos e transformação digital.

“Antigamente a lógica era de aquisição. Veja o caso da compra do YouTube pelo Google ou o do Buscapé, que adquiriu 14 startups para se firmar”, diz Rondani, em entrevista ao Estadão. “Hoje, as empresas pensam em contratar para poder usar as novidades rapidamente.”

Rondani aponta também que para startups a mudança é positiva, já que existe mais espaço no País para startups que prestam serviços para empresas (o chamado B2B), em vez da dinâmica de negócios voltada para consumidores finais.

“Exceto por algumas startups de varejo que fazem a fama, como Facebook, a grande densidade de negócios está na compra de soluções por grandes companhias”.

O crescente número de negócios nesse formato no Brasil indica também que as startups estão mais maduras, como comenta André Monteiro, presidente executivo da rede Brazil Innovators.

“Em negócios B2B, a startup não pode só testar seu serviço. Ela precisa garantir que ele vai funcionar para o cliente”, diz, acrescentando que as consultorias e espaços de coworking, como o Cubo, do Itaú, ajudaram o mercado de startups a se preparar como esse tipo de negócio.

Redação Dinheirama
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