Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a informação de que a Uber espionava e roubava dados de rival.

Uber roubava dado de rival, diz ex-gerente da empresa

Mensagens de texto cifradas, telefones protegidos contra localização, reuniões secretas em plena madrugada e mensagens que se apagam automaticamente: essas são coisas que costumamos encontrar em romances de espionagem.

Mas eram táticas rotineiramente usadas pela Uber, segundo revelações de um antigo empregado da empresa a um tribunal nos EUA.

Richard Jacobs, antigo gerente mundial de segurança da Uber, disse ainda que o aplicativo buscava roubar informações de concorrentes.

O depoimento dele tornou mais difícil a tarefa da empresa de escapar de um processo que solicita US$ 1,8 bilhão em indenização por ela ter roubado segredos comerciais da Waymo, subsidiária de carros autoguiados da Alphabet (dona do Google).

O juiz encarregado pelo caso acusou a companhia de ocultar “provas”, em uma manobra de aparente “acobertamento” e decidiu postergar o julgamento, que deveria começar na semana que vem, após as informações fornecidas por Jacobs.

As acusações também surgem em um momento crítico para a Uber e seu novo presidente-executivo, Dara Khosrowshahi, que vem buscando distanciar a companhia do modo de operação agressivo que ela adotava sob seu predecessor Travis Kalanick.

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Comentários de pedofilia levam empresas a tirar anúncios do YouTube

Mondelez, Mars, Hewlett-Packard, Deutsche Bank e Lidl vão retirar sua publicidade do YouTube depois que o jornal “Times” e a BBC descobriram que o site de compartilhamento de vídeos apresentava imagens de crianças pouco vestidas ao lado de anúncios de importantes marcas.

Comentários de centenas de pedófilos foram publicados ao lado dos vídeos, que pareciam ter sido carregados pelas próprias crianças, de acordo com uma investigação do “Times”. Um vídeo de uma pré-adolescente em uma camisola atraiu 6,5 milhões de visualizações.

O jornal disse que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu que imagens sexualizadas de crianças fossem buscadas facilmente ​​e não cumpriu a promessa de monitorar e policiar melhor seus serviços para proteger as crianças.

Em resposta, um porta-voz do YouTube disse: “Não deveria haver nenhum anúncio vinculado a esse conteúdo e estamos trabalhando com urgência para corrigir isso”.

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Ex-presidente da Easy assume operações do Nubank

Nos últimos meses, a startup brasileira Nubank, que desenvolveu um cartão de crédito controlado por aplicativo, tem tido um ritmo forte de contratações. Até o fim do ano, a empresa deve ter cerca de 750 funcionários – quase o dobro das 389 vagas que possuía em dezembro de 2016. Uma das contratações, porém, é bastante especial: Dennis Wang, ex-presidente executivo da startup de transportes Easy. Poucos dias após deixar a empresa, Wang assumiu a vice-presidência de operações do Nubank.

No Nubank, o executivo terá bons desafios: ajudar a startup a crescer sua base de usuários – hoje, o cartão de crédito roxo está nas carteiras de 2,5 milhões de brasileiros –, bem como organizar os próximos passos de novos produtos, como a conta bancária NuConta, anunciada em outubro pela empresa e ainda em fase de testes.

Para David Vélez, presidente executivo do Nubank, pesou na contratação a experiência de Wang à frente da Easy – sob sua gestão, o aplicativo de transportes fez sua expansão para 30 países e quatro continentes, com uma equipe que chegou a 1,5 mil funcionários. “Crescemos rápido demais naquela época. Aprendi muito com isso, e entendo que hoje poderíamos ter focado mais em uma região, como a América Latina”, conta Wang. “Agora quero aplicar o que aprendi no Nubank.”

Redação Dinheirama
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