Olá amigos leitores, do Dinheirama!

Ah… “Então é Natal”! E a pergunta que vem na sequência na música é ótima, “e o que você fez”? Pois então, já parou para pensar nisso?

Caminhamos rapidamente ao mês de dezembro por todos os lados o clima natalino parece contagiar todo mundo.

Gostaria de já no início desse texto fazer uma pergunta: do Natal passado para esse, o que você fez? Quais foram seus objetivos alcançados? Você viveu ou sobreviveu? Aproveitou os momentos, ou chegou até aqui no piloto automático, sem nem saber como?

E se eu te falar que sua situação financeira tem uma grande participação em todo este processo, você acreditaria? É amigo, acredite! Tornar sua vida um ciclo virtuoso ou vicioso, está intimamente ligado ao que acontece em sua conta corrente.

Mas o que tem a ver o Natal?

O Natal é o símbolo máximo do consumismo. Deveria ser da paz, da união, porém, é o que é. O Natal traz consigo, normalmente, uma pausa no ano que se estende até após o Ano Novo, que, para maioria significa: hora de enfiar o pé na jaca.

Não sei bem o porquê, mas a geral “se dá” uma espécie de carta branca para arrebentar com tudo, seja o corpo, seja o cartão de crédito. Só se esquecem que a ressaca chega juntinho com a fatura! Quer pior ressaca do que a financeira?

Então, o Natal tem tudo a ver com o ano que vai vir na sequência. Ele, de certa forma, reflete como você tem vivido e irá viver sua vida. Se você vive para você ou para os outros, de forma que termina por trocar sua tranquilidade por convenções sociais.

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Neste Natal, valorize o artesanato!

As delícias de… TER SEMPRE ALGUÉM NOS DIZENDO O QUE FAZER! Nada contra o artesanato, o comércio local. Meu problema será sempre com os chatos de plantão. O cabra não se contenta, ou não consegue cuidar da própria vida, e quer cuidar da vida dos outros.

Se você ainda não se atentou a isso, melhor começar; ninguém é melhor que ninguém porque come mato, carne, bambú, teve seu filho de cócoras no meio de um campo de lavanda, anda de bicicleta ou de Ferrari. A diferença é, que tipo de idiota você pode ser.

A ideia é: simplesmente não seja! Cuide da sua vida. Decida o que é melhor para você, e ponto. O que o resto do mundo quer fazer, não é problema seu. É melhor concordar que nenhuma revolução será feita com posts no seu Facebook.

Então, amigo ou amiga, não sinta culpa se neste Natal você não prestigiar o comércio local. Comprar um eletrônico de uma “multinacional malvadona” através de uma rede de varejo também “enorme e malvadona”.

O dinheiro é seu, a vida é sua, e é curta demais para ficar pedindo licença para quem não paga suas contas.

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Apenas um dia depois do dia 24

Dia 25 de dezembro é… Apenas o dia depois do dia 24. Assim como primeiro de janeiro, é o dia que sucede o dia 31 de dezembro. Estimado leitor, é isso e SÓ isso. Não acontece nenhum alinhamento cósmico capaz de dar um “reset” nas porcarias que você fez nos dias que antecederam esses dois e, como mágica, deixar tudo pronto para recomeçar.

Calma, não se desespere. A boa notícia é, todo dia é um ótimo dia para recomeçar. Você não precisa esperar ouvir as trombetas angelicais do espírito natalino para dar um jeito nas coisas.

E, do outro lado, não precisa envidar esforços divinos para cumprir seu papel nessa convenção social, se isso não fizer sentido para você. Lembre-se amigo: se é para agradar alguém, agrade quem paga as contas da sua vida.

Seja feliz, não faça dívidas!

Olha eu aqui sendo chatão! Mas… Todos concordamos que dívidas causam problemas, certo? Ainda mais dívidas impensadas e cheias de emoções natalinas. Então, se concordamos nisso, qual o motivo da galera continuar se enrolando?

A primeira coisa é voltar no ponto pragmático da questão: é só o dia depois do dia 24. Assim, você precisa entender o que faz e não faz sentido para você. Você gosta do Natal? Não gosta? Gosta de presentear? E por aí vai.

Tem gente que não liga a mínima para a festa, mas acaba fazendo um esforço enorme (financeiro e emocional) para agradar os outros ou, porque é socialmente esperado. Para quê? No fim, mais rápido do que você consegue pensar, a coisa toda acabou. E só sobra frustração.

Outros (como eu), gostam da coisa toda. Das músicas, dos enfeites, do clima, da comida. Sim, sou um cara natalino. E aí é a desculpa perfeita para fazer o que não deve. Afinal, gostando ou não, “a coisa toda” não dura mais que algumas horas.

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Conclusão

Vale a pena, seja você um cara natalino ou não, tanto esforço para no fim sobrar o gosto amargo das parcelas e já começar um ano com as finanças comprometidas? Não seria mais legal trocar a gastança, apenas pela presença junto a quem você ama?

O ponto que eu quero chegar é: não use as festas de fim de ano como desculpa, seja para fazer o que não quer, seja para gastar o que não tem. As convenções sociais não podem ser uma carta branca ao suicídio financeiro coletivo. Vamos parar de besteira?

Assim, desejo a você um Natal com muita tranquilidade emocional, paz de espírito e clareza de raciocínio. Todos componentes de uma vida plena e próspera.

Todo dia é um bom dia para cuidar de si e aproveitar. Não desperdice tudo em um dia só. Nos vemos em breve! Abração!

Ricardo Pereira
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