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O que irá acontecer com a caderneta de poupança?

por Parceiro de Conteúdo
3 min leitura

Desde o final de 2014 muito se falou sobre a caderneta de poupança, em parte pelos constantes boatos sobre um possível confisco e por outro lado em razão da baixa rentabilidade da poupança se comparado com os demais produtos de renda fixa.

O pequeno e médio investidor que sempre encontrou na poupança um porto seguro, agora começa a buscar alternativas que possam entregar melhores resultados e que ao mesmo tempo possam oferecer segurança e facilidade na hora de investir.

Dentro desse cenário os especialistas da Empiricus, parceira de investimentos do Dinheirama, oferecem aos leitores gratuitamente o Relatório “Fuja da Poupança” (Faça seu cadastro e baixe gratuitamente). No relatório, preparado com muito cuidado pelo time de analistas da Empiricus, serão respondidas diversas dúvidas, entre elas:

  • Quem tem aplicação na Poupança está PERDENDO dinheiro neste momento?
  • Há risco real de o governo confiscar a poupança?
  • Quais as melhores alternativas em relação à poupança para se investir?

Caderneta de poupança, popular mais longe de ser a melhor opção

Faça agora mesmo seu cadastro (gratuitamente) e baixe o relatório “Fuja da Poupança”. Tida como o primeiro investimento da maioria absoluta dos brasileiros, a poupança é de longe a aplicação mais popular do país. Na última (e distante) atualização do Banco Central, nada menos que 125 milhões de brasileiros aplicavam na modalidade em meados de 2013 – cerca de 60%, portanto, da população.

Ela deixou de ser até mesmo uma opção para proteger seu patrimônio

O pulo do gato, no entanto, é que já há algum tempo quem opta por investir na caderneta acaba perdendo dinheiro. Com o juro básico brasileiro (Selic) em 12,75% ao ano, tanto faz se sua caderneta de poupança é nova ou anterior à mudança no cálculo de remuneração feita pelo BC em 2012.

A conta é simples: as duas têm um rendimento de 0,5% ao mês, mais a módica variação da Taxa Referencial (calculada e divulgada diariamente pelo BC), o que deixa o retorno acumulado em um ano em pouco mais de 6%.

Isto pode parecer bom para os mais leigos, que não levam em conta o aumento da inflação. Em fevereiro de 2015, por exemplo, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 1,22%, deixando a inflação oficial do Brasil acumulada nos últimos doze meses em 7,70%. Ou seja, o aumento dos preços no país comeu todo o rendimento da caderneta de poupança, gerando inclusive prejuízo, dado que ela não remunera nem a ponto de preservar o poder de compra do investidor.

Invista com inteligência e informação

Ter ao seu lado as melhores análises na hora de decidir seu futuro financeiro é indispensável. Um simples relatório como o “Fuja da Poupança” (Baixe grátis) pode oferecer ao investidor um caminho com muito mais perspectivas, o conhecimento é sem dúvidas um grande diferencial para o sucesso na gestão do dinheiro.

Os períodos de crise representam a oportunidade exata aguardada por muitos para começar uma guinada importante, muito dos milionários do futuro começam sua trajetória nos momentos de crise onde só a informação de qualidade transforma riscos em rentabilidade, comece agora!

Até a próxima!

Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Foto: Depreciation of the Brazilian peso. Shutterstock.

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