Você já entendeu o que está acontecendo e em que momento estamos nesta crise econômica? Vamos recapitular alguns pontos para você compreender porque estamos diante da maior oportunidade da década nos investimentos de Renda Fixa.

A gestão desastrosa de Dilma Rousseff provocou o maior aumento do déficit fiscal da história brasileira. Com o déficit, veio a inflação, que atingiu quase 11% em 2015. Para não se perder de vez o controle da inflação, foi preciso aumentar drasticamente a taxa de juros do país.

Veja que contraste: Europa, Japão e Estados Unidos tentam fomentar o crescimento com taxas praticamente zeradas, e o Brasil eleva a Selic (taxa básica de juros da nossa economia) para 14,25% ao ano!

Os meses se passaram, mas ainda estamos com juros altos, inflação de 8,7% nos últimos 12 meses, PIB em recessão e desemprego crescente. Onde está então a oportunidade?

Uma importante mudança de cenário

A equipe econômica de Michel Temer tem consciência de que, se partir para o ataque, tomará outro 7 a 1. Por isso elegeu o ajuste fiscal como prioridade máxima. É preciso primeiro arrumar a casinha, fechar bem a zaga, compor o meio de campo.

O presidente Michel Temer sabe que a volta do crescimento passa por medidas impopulares como reformas trabalhistas e da previdência, lei de teto dos gastos e privatizações. Se tais assuntos antes eram tabus para a sociedade, agora precisam ser enfrentados.

Temer não é o presidente de nossos sonhos, mas montou uma equipe econômica qualificada. O fato de ser um governo de transição, sem preocupações eleitoreiras, facilita que essas medidas impopulares sejam colocadas em prática.

Isso é bom para a população? Sim, sem dúvida. Equilibrar as contas traz de volta os investimentos, o emprego, o crescimento. É bom para todos os brasileiros, inclusive para mim e para você.

Leitura recomendada: Como a taxa de juros afeta o preço dos títulos de renda fixa?

Uma grande convergência de juros está a caminho

Mudanças bruscas na condução da política econômica geram oportunidades históricas… E agora estaremos diante da maior oportunidade da década em Renda Fixa!

Não estamos exagerando. Seja lá quanto você tiver guardado, poderá fazer muito dinheiro se estiver atento a esta chance. O motivo é simples. Com as contas sendo ajustadas, a inflação começa a cair sem a necessidade de uma taxa de juros tão alta. Logo, a Selic cairá também.

Será a maior convergência de juros já vista em nossa história, da qual você não pode ficar de fora de jeito nenhum. Atualmente em 14,25%, a Selic pode em curto espaço de tempo convergir para menos de 9%.

Sabe o que isso significa? Que certas aplicações em Renda Fixa (com títulos públicos ou privados) irão disparar, antecipando ganhos que você levaria anos para conseguir.

A variação na taxa Selic afeta a rentabilidade da Renda Fixa

Sim. A variação na taxa Selic afeta a rentabilidade de todas as aplicações de Renda Fixa, até mesmo do Tesouro IPCA. Se a Selic cai, a taxa oferecida pelo IPCA também cai. Aí o preço do papel sofre um reajuste para refletir a nova taxa. Reajuste para cima, num salto espetacular.

Pense numa gangorra. A taxa está numa ponta. O preço, na outra. Quando a taxa sobe, o preço desce. Quando a taxa desce, o preço sobe. Foi justamente isso o que aconteceu em 2011.

A cota, por exemplo, do Tesouro IPCA+ 2035, que valia R$ 502,60 em 12/08/2011, passou a R$ 963,33 um ano e meio depois, gerando uma valorização de +91,7%. Praticamente dobrou!

  • Quem tinha R$ 50 mil investidos ficou com R$ 95,9 mil.
  • Quem tinha R$ 100 mil investidos pulou para R$ 191,7 mil.
  • Quem tinha R$ 1 milhão chegou a R$ 1,9 milhão.

O que foi bom também pode ser ruim

Só que o contrário também pode acontecer, e aconteceu. Quem comprou esse título em janeiro de 2013, pensando na rentabilidade passada, perdeu -43,2%.

Isso porque sua cota, que valia R$ 963,33 em 24/01/2013, caiu para R$ 547,21 um ano depois (preço muito próximo dos R$ 502,60 de 2011). Isto é, um patrimônio de R$ 1 milhão encolheu para R$ 568 mil, gerando uma– perda de R$ 432 mil em apenas um ano. Por que isso aconteceu?

O governo Dilma não havia feito a lição de casa. Ao perder o controle das contas públicas, viu a inflação ultrapassar a meta estabelecida. Aí o Banco Central precisou subir a taxa de juros de 7,25% para 10,50%.

E quando a taxa Selic sobe… Isso mesmo, o preço do título desce.

Como saber a hora de comprar e vender e qual título comprar?

Aqui entra a melhor parte. Apesar da explicação acima, é provável que você ainda tenha algumas (ou muitas) dúvidas sobre o assunto. E isso é bom, pois temos muito ainda para te explicar.

Na realidade você não precisará ficar se preocupando em qual momento deverá comprar ou vender um título, e qual deles deverá escolher para investir seu dinheiro.

Temos uma solução definitiva para você aproveitar cada movimento destes ciclos de alta e baixa dos juros, mas antes de apresentá-la, queremos esclarecer ainda alguns pontos sobre as taxas de juros para você entender tudo direitinho.

Então convidamos você para clicar aqui, para poder aproveitar por completo a maior oportunidade da década na Renda Fixa! Continuaremos por lá. Até já!

Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Empiricus Research
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