Perfil psicológico de investidor: qual é o seu?Ficou curioso com o título deste texto? Pois é, hoje já não basta mais identificar o investidor como conservador, moderado ou agressivo/arrojado.

Recentemente, o site americano “GoBankingRates” publicou uma reportagem sobre análises feitas com base no teste de personalidade Myers-Briggs, desenvolvido por Katharine Cook Briggs e sua filha Isabel Briggs Myers. E tem mais: ambas tiveram como ponto de partida teorias psicológicas propostas por Carl Jung, além de entrevistas com especialistas.

As pesquisadoras encontraram 8 tipos mais comuns entre as pessoas. O mais interessante é que os perfis misturam tanto o comportamento em relação ao consumo, quanto ao investir.

O “devedor”, por exemplo, é o cara que toma dinheiro emprestado para fazer grandes compras e está sempre com dívidas. Isso significa que seus gastos geralmente ultrapassam os rendimentos, constituindo o perfil daquele que está sempre com a “corda no pescoço”.

Ainda entre os não-investidores, existe a figura do “poupador”, sujeito que prefere comprar produtos e serviços à vista, deixando o orçamento bem controlado. Contudo, seu estilo não permite reserva financeira.

A seguir, vem o chamado “impulsivo”, aquela pessoa que vive o momento e usa o dinheiro para prazeres. Quanto a investimentos, trata-se de alguém que costuma tomar decisões rápidas, o que em determinados se torna algo positivo.

O “planejador” é o indivíduo que busca oportunidades de poupar algum dinheiro e define objetivos, de curto até longo prazo. Por ser metódico, costuma colocar metas para tudo, não só para o controle orçamentário, mas também para a escolha de investimentos.

Já o “conservador” é alguém avesso a risco e que prefere aplicar em ativos mais tradicionais, como poupança, fundos de previdência com 100% em renda fixa, além de gostar de apostar em imóveis.

Por sua vez, o investidor “agressivo” dá preferência para os rendimentos, o que significa procurar aplicações mais arriscadas, com alto potencial de retorno. Um dos problemas, no caso desse perfil, é buscar ganhos no curto prazo. Aplicadores com esse comportamento operam frequentemente na bolsa, por exemplo.

Por fim, o estudo destaca mais dois perfis de investidor, o “doador” e o “colecionador”. O primeiro tem a tendência de cuidar das pessoas ou lutar por causas que lhe fazem sentido. Isso vale para investidores de alta renda ou do segmento private, que costumam apoiar projetos sociais ou entidades filantrópicas.

Enquanto isso, o “colecionador” é o oposto. Movidas pelo receio de perder dinheiro, essas pessoas não gostam de gastar ou emprestar.

E você, se encaixa em algum desses perfis? Deixe seus comentários no espaço abaixo. Até a próxima.

Foto “Business people over documents”, Shutterstock.

Danylo Martins
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