Houve um tempo em que os mais jovens ouviam os mais velhos dizerem que estavam próximos de se aposentar. Diziam ainda que finalmente iriam ter tempo e dinheiro para aproveitar a vida, depois de décadas de muito trabalho.

Em alguns casos, um trabalho desgostoso, feito por mera necessidade, onde o hoje era vendido pelas expectativas de um amanhã melhor. O tempo passou, e uns poucos alcançaram esse apogeu.

No entanto, a grande maioria de decepcionou ao perceber que o resultado de anos a fio de muito trabalho foi uma aposentadoria mirrada, que mal era suficiente para manter as necessidades básicas supridas.

Com o tempo, piora

De lá para cá as coisas foram só piorando, afinal, nosso modelo previdenciário é insustentável. Para que ele funcione bem, precisamos de muitas pessoas trabalhando e contribuindo, e contra isso temos dois fatos que só se amplificam:

  • Menos jovens no mercado de trabalho;
  • Idosos vivendo mais com o aumento da expectativa de vida.

Como resolver essa questão? A única saída é a tão falada reforma da previdência, um “mico” que já deveria estar sendo resolvido há anos pelos governos anteriores.

Relatório gratuito recomendado: Você no comando de sua aposentadoria

Por se tratar de uma ação impopular, onde fatalmente as mudanças serão desvantajosas para o contribuinte e para o beneficiário, vem sendo “empurrada com a barriga”.

Só que estamos à beira de um colapso do sistema, e já não podemos mais adiar a situação. O que era desejável, agora se tornou uma necessidade latente, e repetimos, o resultado não será bom para o seu bolso.

A dura realidade

Portanto, o recado é simples, duro e direto: não confie na previdência do governo. Trate de montar o seu próprio plano pessoal de aposentadoria, se deseja um futuro tranquilo.

Não estamos falando que você não irá receber nada do governo, não é isso. Mas aquilo que irá receber, muito provavelmente não será suficiente para que você mantenha um padrão de vida digno.

Portanto, a previdência pública poderá ser considerada como um “plano B”, enquanto você mesmo irá montar o seu “plano A“, aquele que irá garantir que você não irá precisar depender de terceiros para ter suas necessidades atendidas. Algumas perguntas que surgem agora são:

  • Mas como iniciar esse “plano A”?
  • Qual deve ser a estratégia?
  • Onde colocar o dinheiro?
  • Devo utilizar os famosos PGBL e VGBL, que são os produtos de previdência privada oferecidos pelos bancos e outras instituições financeiras?
  • A empresa onde trabalho oferece plano de previdência corporativo. Devo participar?

Hora de agir

Para sanar estas dúvidas, nosso consultor financeiro Walter Poladian preparou um relatório gratuito para você, explicando estas questões.

Para ter acesso, basta clicar aqui e seguir as instruções na página para onde você será direcionado. Aproveite e comece hoje mesmo a colocar em ação o seu próprio plano de previdência. Seu futuro agradece! Até a próxima!

Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Empiricus Research
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