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Portfel: compreendendo os riscos de uma carteira

O Boletim Portfel deste mês levanta o questionamento: se você não compreende os riscos, como pode avaliar sua capacidade de corrê-los?

por Redação Dinheirama
3 min leitura

Você sabia que a Portfel, consultoria de investimentos do Grupo Primo, possui um boletim mensal dedicado a analisar as principais classes de ativos do Brasil e do mundo?

Nessa nova edição, a equipe de research da casa buscou mostrar como você pode compreender os riscos de uma carteira; em seguida, se aprofundou no panorama da renda fixa e variável, tanto nacional quanto internacional; o texto encerra com uma análise das carteiras modelo da casa.

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No texto de abertura, André Salmerón, analista e responsável pelo Boletim Portfel, explora uma questão interessante: embora se fale muito sobre a capacidade de correr riscos, quase não falamos sobre a compreensão dos riscos. Com isso, levanta o questionamento: se você não compreende os riscos que corre, como pode realmente avaliar sua capacidade de corrê-los?

Em linhas gerais, a premissa é mostrar como o potencial para retornos mais altos está sempre associado a uma chance mais alta de obter rendimentos mais baixos, inclusive contra o CDI, mesmo em prazos longos, de dez ou vinte anos. Diante disso, é possível pensar duas vezes sobre a necessidade de correr tais riscos e como incluí-los na carteira de forma funcional.

Ao tratar dos principais ativos que compõe as carteiras, a equipe de research da Portfel ressaltou primeiro como o mês de maio foi relativamente tranquilo para os ativos pós-fixados, o que é um alívio diante de um abril particularmente tenso. O mês também trouxe retornos positivos e superiores ao CDI para ativos atrelados ao IPCA, embora a classe como um todo siga sofrendo no ano.

Entretanto, o principal destaque veio com a performance das ações internacionais, que foram capazes de aliviar as perdas na bolsa local, que segue sofrendo quedas generalizadas. Enquanto o Ibovespa teve queda de -3,04% no mês e -9,01% em 2024, fundos globais, como WRLD11, marcou ganhos mensais de 5,37% e acumula alta de 16,85% no ano.

O mesmo processo foi observado em fundos que miram os chamados fatores adicionais de riscos, como aquele das empresas de valor, que negociam a múltiplos abaixo da média do mercado, ou das small caps de valor, que representam pequenas empresas com múltiplos considerados baixos. Enquanto essas classes seguem sofrendo no Brasil, tiveram bons ganhos internacional ou globalmente.

Carteiras

Por fim, as carteiras Portfel, baseadas em um modelo proprietário de alocação, tiveram resultados particularmente interessantes no caso dos perfis arrojado e agressivo. Respectivamente, tiveram rendimentos de 0,91% e 0,81% contra queda de -3,04% do Ibovespa; no acumulado do ano, marcam leves altas, de 3,81% e 2,44% contra os -9,01% do índice de ações.

Isso mostra a importância de uma diversificação internacional, que permite capturar os prêmios de crescimento empresarial dentro e fora do Brasil, independente de qual deles está obtendo a melhor performance no presente ou no futuro. Além disso, em um modelo como o da Portfel, incluir mais riscos não implica em prescindir dos prêmios, muito atraentes, da renda fixa nacional – que, além disso, reduz o grau de oscilação da carteira.

No caso das carteiras conservadora e moderada, que não incluem alocações em renda variável, ambas tiveram ganho de 0,88% no mês, superando o CDI. No acumulado do ano, a carteira conservadora marca ganho de 5,10% contra os 4,40% do CDI. No perfil moderado, devido à performance mais fraca do IMA-B5, que reúne títulos do Tesouro IPCA+ com vencimento de até cinco anos, marca ganho de 4,15%.

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