Caro leitor, e se Michel Temer cair de sua posição de presidente?

Você já parou para se perguntar quais seriam as implicações para a nação e para o seu bolsoA esta altura, imagino que você já tenha feito essa pergunta a si mesmo.

Se não a fez, sugerimos que a faça agora. Afinal, é o seu patrimônio que está em jogo. Mais do que isso, o seu emprego, a estabilidade financeira da sua família e até mesmo a escola do seu filho podem estar ameaçados.

O risco de o presidente Temer não terminar o mandato aumenta a cada dia. As delações de executivos da Odebrecht já arranham a credibilidade do governo. Além disso, existe a possibilidade da chapa Dilma-Temer ser cassada pelo TSE.

E isso é apenas o que está ao nosso alcance hoje. Não bastasse, devemos nos preocupar também com aquilo que ainda não está no radar.

As ameaças ocultas, aquelas a que hoje atribuímos probabilidade zero, podem ter impacto devastador sobre uma base de governo que já se encontra extremamente fragilizada.

Mudanças virão, com ou sem Temer

O que a maioria das pessoas ainda não percebeu, porém, é que independentemente de Temer cair ou não, haverá mudanças importantes no padrão de consumo de todos os brasileiros nos próximos meses.

Não se surpreenda se os seus destinos de viagem tiverem de ser alterados, a escola dos seus filhos for revista e a forma com que a sua família faz compras tenha de mudar, assim como o local.

Infelizmente, são desdobramentos naturais (e esperados) pela magnitude do novo choque econômico a que estamos expostos. Talvez você não tenha percebido a dimensão do que estamos falando.

Em meio à maior recessão econômica da história brasileira e de uma crise política sem precedentes, a hipótese de enfrentarmos a segunda queda de presidente em menos de um ano fica cada vez mais provável. Trata-se de algo sem qualquer paralelo na história do País.

Se a queda de um presidente gera impactos importantes sobre o câmbio, os juros, a Bolsa e a confiança de consumidores e empresários, dentre outras variáveis econômicas…

… a segunda queda consecutiva de um presidente, em intervalo inferior a um ano, teria potencial para devastar a percepção de risco atrelada ao País.

Isso, obviamente, teria uma série de desdobramentos, incorporando um adicional perturbador de volatilidade sobre todo e qualquer ativo denominado em Reais.

Proteger o que você conquistou se torna uma prioridade

O Brasil está diante de uma escolha séria e com implicações imediatas no bolso de todos os cidadãos. No entanto, há maneiras de você se proteger de tudo isso, ou pelo menos diminuir os impactos.

É sobre isso que importa falarmos agora. Trabalhar, investir e lucrar é importante, no entanto, mais importante que isso é proteger aquilo que você já conquistou.

Então, convidamos você para clicar aqui para explicarmos como deve se preparar com antecedência, caso esses fatos aconteçam.

Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Empiricus Research
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