Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top 10 Dinheirama. Uma seleção com o resumo dos dez artigos mais lidos, comentados e compartilhados do ano.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos no ano foram:

Status: uma praga que pode destruir sua vida financeira

Um dos principais desafios de quem busca alcançar a independência financeira através da educação financeira é controlar o ímpeto de consumo imediato.

Na prática, a coragem traduz-se justamente na ideia de abrir mão do bem que se quer muito agora para tê-lo de forma planejada no futuro, juntando e aos poucos criando fundos de acordo com o que seu bolso atualmente permite.

Infelizmente, o apelo ao consumo imediato parece ser uma verdadeira tortura e hoje em dia e é uma das principais causa do endividamento das pessoas.

O carro, o novo celular ou aquela viagem parecem estar logo ali ao alcance das mãos. E, na verdade, estão! O “X” da questão é aproveitar oportunidades de se pagar menos pelo bem – ou seja, de comprar melhor, o que significa valorizar seu capital e respeitar seu padrão de vida.

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Descubra agora quanto custa mudar de país

Diferente do que a esmagadora maioria pensa, acredita ou ouve falar não se sabe direito onde, uma mudança de pais definitivamente não é uma receita pronta onde basta seguir adicionando alguns elementos para dar certo. E não existe um valor exato e sim necessário, porque um processo de imigração é traçado estrategicamente conforme as características de cada solicitante. Mas sim, é preciso ter uma reserva de dinheiro.

Vamos usar os Estados Unidos como exemplo inicial. Se o requerente solicitar o visto EB-5, além dos 500 mil dólares, é preciso dispor também de uma quantia que deverá ser paga ao advogado e taxas administrativas, que varia em torno de 50 mil dólares. Contabilize também o aluguel, outras despesas até efetivamente começar a trabalhar. Podemos chegar facilmente a casa dos 600 mil.

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Pensar fora da caixa: 5 livros que mudarão tudo em sua vida!

Todos os dias recebo e-mails e mensagens sensacionais dos leitores do Dinheirama. Além de assuntos ligados à educação financeira, cada vez mais surgem pessoas buscando sugestões de leitura que possam acrescentar conhecimentos sobre negócios e vida pessoal.

Os pedidos em alguns casos utilizam o desejo “quero um livro que me faça pensar fora da caixa” ou ainda “quero enxergar o mundo dos negócios de maneira mais ampla para alcançar o sucesso”.

Eu sou apaixonado pela leitura e boa parte do meu dia passo lendo, por isso sempre que surge a oportunidade de sugerir ou indicar livros, fico extremamente feliz, afinal os livros são uma das ferramentas mais oportunas e simples para quem busca atualização profissional, novos conhecimentos e experiências transformadoras.

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Relacionamentos abusivos e finanças: 8 situações que merecem atenção

No Dinheirama falamos sobre dinheiro, mas é preciso considerar que a nossa saúde financeira faz parte de uma série de outras coisas em nossas vidas, às quais, muitas vezes, não damos a devida importância. Aspectos emocionais, a forma como nos relacionamos com pessoas e com situações. Por conta disso, não é à toa que há toda uma área que trata de finanças e aspectos comportamentais dentro da economia.

Desta vez, resolvi trazer um tema sobre o qual não ouvimos tanto por aí, salvo quando uma ou outra história acaba aparecendo na mídia. Mas acreditem, acontece muito!

Você já pensou que uma única relação desequilibrada pode acabar com o patrimônio de alguém? Enfiar esse alguém em dívidas ou até mesmo exterminar a sua capacidade de continuar independente financeiramente?

Vale a pena entender um pouco mais sobre o assunto e ter cuidado constante com você mesmo e com as pessoas ao seu redor. Vamos lá?

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Inteligência financeira não depende de quanto você tem na conta

Hoje eu ouvi uma frase: “Ah, mas ele é muito inteligente. Tem muito dinheiro”. Essa frase me motivou a escrever sobre um tema importante ao qual muitas vezes não damos a devida atenção: inteligência financeira. Você sabe explicar exatamente o que é isso?

Pois bem, muita gente associa dinheiro à inteligência, mas precisamos lembrar que inteligência pode estar associada a diversas partes da vida. Há quem seja inteligente intelectualmente, mas não emocionalmente. Há quem seja inteligente emocionalmente, mas não financeiramente.

Uma coisa não depende necessariamente da outra, por isso é importante separarmos as definições, até para que possamos desenvolver as áreas em que estamos em desvantagem. E não tenha vergonha disso, afinal todo mundo está em desvantagem em algum aspecto! O importante é compreender e melhorar esses pontos.

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Dinheirama Entrevista: Jonas Fagá Jr., Analista e Investidor internacional

Com 22 anos de experiência repleta de sucesso no mercado financeiro, Jonas Fagá Junior já foi analista financeiro profissional no Brasil, fundou a primeira casa de research independente do país (O Clube de Vienna, em 2008), e hoje é investidor autônomo no mercado internacional. Desde 2016 vive na Europa e apesar de sua carreira notável, é pouco conhecido pelo mainstream brasileiro.

O Dinheirama foi à sua procura para tentar entender um pouco mais do incrível trabalho, e quais os segredos que estão por trás de suas recomendações. Aliás, o Jonas está lançando algo bastante revolucionário em termos de investimento e educação financeira, um curso sensacional!

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8 coisas que te sugam financeiramente e você nem percebe

Se você está ganhando razoavelmente, mas parece que nunca sobra dinheiro para poupar, investir ou realizar algumas coisas que te fariam mais feliz, pode ser que esteja sendo sugado financeiramente e nem se dê conta.

Desta vez, separei 8 pontos que merecem ser observados com cuidado – e reprogramados – caso avalie que estejam prejudicando sua possibilidade de ter uma vida financeira mais saudável. Vamos lá?

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Não se preocupe: acender a luz do outro tornará a sua mais forte

Quantas vezes nos sentimos mal em um trabalho porque a impressão é que havia pessoas querendo puxar constantemente os nossos tapetes? Quantas vezes sentimos que fizemos algo legal, mas não recebemos sequer um elogio como reconhecimento? E quantas vezes nós mesmos deixamos de elogiar por certo receio de o outro aparecer mais que nós? Tudo bem, somos humanos, certamente já aconteceu em algum momento! Mas também nunca é tarde para refletir sobre o assunto e mudar de atitude, não é mesmo? Estamos aqui para isso, um passo por vez e sempre adiante!

Pois bem, recentemente vi em alguma rede social uma mensagem que acabou dando título a este artigo. Ela dizia algo assim: “Iluminar a luz do outro não apagará a sua luz”. E não é que é verdade? Aliás, eu diria que é exatamente o contrário: quando ilumino o outro, quando incentivo, quando doo energias positivas e faço toda a roda funcionar em uma energia de abundância e não de falta, todo o resto flui melhor. Já experimentou?

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Dinheirama Entrevista: Juliana De Mari, fundadora da PROSA Coaching

Mudar a trajetória profissional é um grande desafio, especialmente se isso acontece após anos de uma carreira muito bem sucedida. Quem pensa em mudar de rumo muitas vezes apenas sente que a vida não está caminhando bem, mas não sabe exatamente como percorrer a tal trajetória da mudança, nem sequer como começar, não é verdade? Desta vez, o papo é com Juliana De Mari, que teve uma brilhante carreira como jornalista, até que, após muitos questionamentos e aprendizados, decidiu se tornar coach para mulheres através da PROSA Coaching.

Durante mais de 20 anos em redações, Juliana passou por jornal, TV e revistas, tendo sido diretora de redação da VOCÊ S/A e da VOCÊ RH, e liderando a mudança editorial na virada de marca da NOVA para a Cosmopolitan no Brasil. Com a mudança de trajetória, se formou em coaching pelo ICI (Integrated Coaching Institute) e é credenciada pela ICF (International Coaching Federation). “Nunca me senti tão realizada quanto agora, porque, por meio do coaching, consigo atuar de forma muito direta para a realização de outras pessoas e isso é realmente um processo muito gratificante!”, conta.  Confira a conversa e inspire-se!

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Aproveite, a pressão do seu chefe pode te ajudar a ir longe na carreira

Estresse e depressão estão entre os principais problemas psicológicos enfrentados por profissionais que sofrem pressão excessiva no ambiente corporativo.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a pressão e a jornada prolongada para conseguir cumprir metas e prazos são alguns dos fatores que mais contribuem para as faltas dos colaboradores ao trabalho. Além disso, também podem prejudicar o bem-estar do colaborador,  levando até mesmo ao afastamento temporário de suas atividades profissionais.

É claro que a pressão em excesso atrapalha a performance profissional e até a vida pessoal e social do trabalhador. Mas será que uma certa pressão do chefe, aplicada da forma correta, não pode ter um lado positivo, no sentido de desafiar a entregar mais e melhor, tornando-se um profissional mais completo?

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