Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top 5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Ter sucesso vai muito além de ter dinheiro, você concorda?

O que é uma vida de sucesso para você? Segundo o professor DeRose, fundador do DeROSE Method, que une uma série de aprendizados em diversos campos e está presente no Brasil e em muitos outros países, sucesso é ter satisfação no que se faz, fazer diferença nos lugares por onde passar, ser feliz com a profissão que escolheu, influenciar positivamente as pessoas, ter bons amigos e conquistas que tragam a felicidade.

E também significa ter conseguido ganhar o suficiente para viver com dignidade. “Não é ruim ter dinheiro, pelo contrário, dinheiro é importante. Porém ele não pode ser o centro do conceito de sucesso, dinheiro é consequência de um trabalho bem feito e de equilíbrio financeiro também”, acredita.

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10 atitudes transformadoras que adultos podem ensinar às crianças

Outro dia ouvi alguém dizendo que as únicas atitudes que podemos mudar são as nossas. E que cada atitude individual que tomamos tem reflexo no mundo, ainda que este mundo seja formado por algumas poucas pessoas, ou seja, o mundo ao nosso redor.

Por que reclamamos tanto do mundo, mas não tomamos as atitudes individuais necessárias para tentar melhorá-lo um pouquinho que seja?

Quem tem crianças para educar, então, precisa saber que tem nas mãos a tarefa incrível de torná-los melhores cidadãos, para que sejam mais felizes individualmente e também tornem o seu redor mais feliz. Será que é complicado demais colocar a teoria na prática?

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O que as mulheres da sua vida te ensinam sobre educação financeira?

Minha avó Lusia morou conosco quando éramos crianças. Ela e vovô ficavam em uma casinha no fundo de nossas casas e nos deram a alegria de termos avós presentes durante a infância. Quando vovô morreu – e eu devia ter uns 9 anos – vovó começou a receber uma pensão, que era minguada, mas dava para comprar as coisinhas que gostava. Ela era muito falante e generosa. Não me lembro de ter negado comida ou agasalho a ninguém que tocasse a campainha em casa para pedir ajuda. E quando recebia seu dinheirinho, fazia questão de separar uma parte para os netos, que eram cinco no total.

Também me ajudava com minhas primeiras ações empreendedoras, como fazer laços de cetim e rosas de sabonete para vender na escola. E assim ela me ensinou algumas coisas logo cedo: que é preciso auxiliar sempre que possível quem tem menos, que é possível organizar o dinheiro ainda que seja pouco, que é possível começar a empreender com pouco, e que uma criança que recebe semanada ou mesada de forma regular passa a entender melhor o uso do dinheiro.

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Recomeço: O que você deve saber para mudar de carreira e alcançar o sucesso

A crise financeira, as diversas opções de atividades profissionais e o desejo de maior liberdade e bem-estar pessoal têm levado um grande número de executivos a deixarem suas carreiras consolidadas para se arriscarem em novos negócios.

De acordo com o coach Emerson Weslei Dias, três fatores estão bastante presentes nas pessoas que tomam essa decisão de buscar novos rumos. Em primeiro lugar, está a insatisfação com o trabalho atual. Ele destaca que o mundo nas empresas, principalmente nas grandes, está cada vez mais controlado, e com isso o grau de autonomia diminui muito.

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Ibovespa: Como ficamos depois dos cem mil pontos?

Em 18 de março, o índice Bovespa conseguiu romper a barreira emblemática de 100.000 pontos. Cravou uma alta em 2019 da ordem de 14%.

A marca em si não significa quase nada do ponto de vista técnico, mas certamente é uma barreira “psicológica” importante que não deve ser desprezada. Se corrigíssemos a marca obtida lá em 2008, antes do evento conhecido como subprime que jogou a economia global em recessão, pela inflação do período, estaríamos falando de um índice na faixa de 138.000 pontos. Também não tem grande valor de análise.

Na minha opinião, o rompimento foi mais importante se considerarmos o noticiário negativo do dia. Logo cedo, tivemos a divulgação da nova pesquisa semanal Focus do Bacen, dando conta de inflação em alta para 2019 em 3,89%, queda forte da previsão do PIB para 2,01% (anterior em 2,28%), produção industrial encolhendo para 2,57% (de anterior em 2,80%), e até o superávit da balança comercial retrocedendo para US$ 50 bilhões. Além disso, o mesmo Bacen anunciou que o IBC-Br, uma espécie de prévia do PIB de janeiro, encolheu 0,41% com ajuste e cresceu em 12 meses 1,00% sem ajuste.

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Redação Dinheirama
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