Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top 5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Brigar por dinheiro não paga a dívida e só aumenta o problema

Os dias passam e cada um cuida da sua vida. Ele trabalha, ela também. Ele tem sua rotina, gosta de encontrar os amigos depois do serviço e gasta boa parte do salário com essas saidinhas, carro e futebol. Ela prefere uma volta no shopping nos fins de semana e adora comprar roupas e sapatos novos sempre que pode.

Em algum momento do dia, geralmente tarde, eles se encontram em casa e entra em cena a demanda dos filhos. Tarefa para fazer, cuidar da programação dele no dia seguinte, discutir a necessidade de comprar esse ou aquele item que ele precisa para a escola ou quem sabe planejar um passeio no fim de semana.

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Enriquecer faz muito bem à saúde

A menos que uma pessoa ganhe na loteria ou descubra ser herdeiro de uma grande fortuna, ela terá que construir um patrimônio gerador de renda crescente capaz de suprir suas necessidades quando não puder trabalhar. Quanto mais cedo começar, mais cedo alcançará sua independência financeira. O tempo médio para se atingir a independência financeira gira em torno de 10 a 15 anos. Portanto, o ideal é sair da zona de conforto e começar já.

Qualquer um pode enriquecer se seguir os passos certos. Neste artigo descreveremos os 4 passos para você enriquecer com saúde.

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Fundos Imobiliários: Entenda como funciona para investir sem medo

Investir em imóveis é algo de certa forma enraizado na cultura brasileira, até porque um bom tempo atrás não haviam tantas opções de investimento levando-se em conta a conjuntura econômica e o mercado em si.

É preciso que o investidor considere, porém, que além da opção de investir em um único ou mais imóveis como patrimônio, visando ao aluguel por exemplo, existe a opção dos fundos imobiliários, que tende a ser uma ótima alternativa para quem quer diversificar, aplicar valores menores e ganhar mais liquidez. Vamos conhecer um pouco mais sobre isso?

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Seguros: Você precisa entender como eles são fundamentais

Você tem seguro de vida? E seguro do carro ou da casa? Se for como a maior parte dos brasileiros, é bem provável que não tenha. Mas será que não está na hora de dar mais atenção a esta proteção para seu patrimônio? São muitas as opções de seguros disponíveis e o objetivo deles é cuidar dos bens que você tem no caso de  de eventos inesperados. Um seguro residencial, por exemplo, pode custar bem pouco perto do que oferece, já que normalmente as companhias associam o seguro ao oferecimento de serviços emergenciais também.

Para entender melhor sobre este mercado, convidamos Denis Nogueira, especialista na área seguradora, para responder algumas questões. “O mercado de seguros no Brasil representa pouco menos de 5% do nosso PIB, o que é um número muito pequeno se comparado com países mais desenvolvidos cujos valores ultrapassam 10% do PIB. Assim, existe um espaço muito grande para crescimento desse mercado. Apenas 30% da nossa frota de automóvel é segurada, 14% das nossas residências e 19% da população possuem seguro de vida”, conta. E você, em que parte desta estatística está? Confira a entrevista!

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Fim do emprego! Veja como vencer as dificuldades e gerar renda

O atual momento econômico que o Brasil enfrenta tem atingindo diversos segmentos e gerado muito desemprego. Segundo Andrea Deis, especialista em gestão de carreiras, o trabalho é o que fará com que as pessoas sobrevivam no mercado neste período de crise.

Ela afirma que é necessário que o profissional não busque apenas um bom emprego com salário e benefícios, mas um trabalho que valorize o seu talento natural. “Também é preciso ter mais apego à própria carreira do que à segurança e estabilidade”, diz.

De acordo com Andrea, tempos atrás, o emprego bom era aquele que perdurava pelo maior tempo possível, com um salário que suprisse as necessidades básicas e a maior “segurança” possível (CLT). Uma empresa e/ou indústria tradicional era o sonho de consumo de um profissional.

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