Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top 5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Cartão de crédito: ele não precisa ser o vilão de sua história financeira

Já vi muita gente com pavor de cartão de crédito. Aliás, não vou citar nomes, mas alguém muito próximo já chegou a me pedir diversas vezes para guardar seus cartões, já que não conseguia parar de utilizá-los, mas também não tinha coragem de quebrá-los. “Vai que eu preciso?”, dizia.

Com os juros pela hora da morte, não é à toa que muita gente tem medo de não conseguir usar esta ferramenta direito e acabar se endividando de forma absurda. E é triste quando acontece algo assim! Mas vamos por partes. A história não precisa ser dessa forma!

Para começar, o cartão de crédito pode ser sim um grande vilão se não for bem utilizado. Precisamos lembrar que o crédito que está disponível nada mais é que um empréstimo que a instituição financeira nos faz, mas, apesar disso, muita gente ainda conta com este crédito, o chamado limite, como parte do orçamento, o que já começa errado.

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Compras por impulso: Descubra como não cair mais nessa cilada

Agir por impulso e sem planejamento na hora das compras tem sido a causa de rombos no orçamento de muitas pessoas. E, diferente do que muitos possam imaginar, essas compras não são de produtos como roupas, calçados ou eletrônicos.

Uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) mostra que 33,2% das compras feitas por impulso acontecem no supermercado.

De acordo com Adriana Rodopoulos, economista e fundadora da Oficina de Escolhas, as compras por impulso acontecem porque a gente tem dificuldade de adiar gratificações e de vislumbrar o longo prazo.

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Conceitos básicos em finanças pessoais e investimentos

Muitas pessoas desejam melhorar sua vida financeira mas não sabem por onde começar. Eles querem investir e multiplicar a riqueza, mas se veem presos aos obstáculos, às incertezas, às dificuldades e à falta de conhecimento. Por conta disso, a grande maioria nem chega a iniciar a caminhada e outros acabam desistindo ao longo do caminho.

Realmente, o caminho para o enriquecimento não é fácil nem rápido. No entanto, percorrer este caminho é perfeitamente possível e recompensador. Vale a pena investir algum tempo no aprendizado para ganhar mais tranquilidade financeira no presente e no futuro.

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Terapia online: Conheça a TelaVita, marketplace de saúde digital

Realizar terapia via internet: você já ouviu falar ou experimentou? Desde 2005 já existia no Brasil uma resolução permitindo que psicólogos pudessem realizar orientações à distância, e em 2018 o Conselho Federal de Psicologia aprovou a psicoterapia on-line no Brasil.

O fato é que, ao longo do tempo, a prática foi se intensificando como tantas outras coisas que passaram a ser realizadas via internet (afinal, com a vida corrida que se leva, não é mesmo?!) e negócios foram surgindo.

Conversamos com Milene Rosenthal, psicóloga e Co-fundadora da TelaVita, marketplace de saúde digital.

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Fundos Imobiliários: a bola da vez

vida, processo que se dava, principalmente, através da aquisição de terrenos e imóveis para moradia própria e locação para terceiros.

Esse pensamento perdurou por várias décadas, porém tem sido questionado pelas atuais gerações, que vivenciam uma era cada vez mais globalizada, onde urge a necessidade por uma maior mobilidade profissional, acadêmica, financeira, urbana e habitacional.

Nesse aspecto, investir em bens que demandem grande imobilização de capital (ex.: imóveis e veículos), não seria um desejo compatível com o estilo de vida destes jovens.

Dentro deste contexto, os tradicionais imóveis saem de cena, e dão lugar a um investimento que talvez você já tenha ouvido falar, estou me referindo aos criativos “Fundos Imobiliários”.

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