De acordo com as principais pesquisas de intenção de voto a maior probabilidade para as eleições presidências é de que exista um 2º turno, que colocará frente a frente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

As mesmas pesquisas que indicam segundo turno também captaram um crescimento maciço de uma onda antipetismo, o que fortaleceria a possibilidade, de vitória de Bolsonaro já no dia 07 de outubro.

Boa parte dos eleitores de Bolsonaro já começam a buscar informações sobre as medidas iniciais de um futuro governo.

Leia também: Vitória no 1º turno? Conheça os cotados para serem ministros de Bolsonaro

As primeiras medidas de um governo Jair Bolsonaro

O principal assessor de Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, já trabalha em torno das primeiras medidas de um novo governo.

Paulo Guedes, tudo indica, seria o escolhido de Bolsonaro para ser o ministro da Fazenda.

Conheça agora as primeiras medidas de um futuro governo Bolsonaro:

1 – Transição de governo

Bolsonaro começará a acertar com o atual governo, no âmbito da transição, as primeiras medidas na área fiscal.

A ideia da equipe de Paulo Guedes é cortar gastos autorizados para o orçamento de 2019 por Michel Temer.

Um dos gastos que seriam revistos é o reajuste de 16,38% para o Judiciário, negociado pelo desgastado Temer.

2 – Acelerar as privatizações

Esse é um dos pontos principais defendidos por Paulo Guedes. A ideia do economista é acelerar as privatizações, concessões e desmobilização dos ativos mobiliários. Esse é sem dúvidas, um dos grandes desafios propostos por Paulo Guedes.

3 – Acelerar a Reforma da Previdência

A Reforma da Previdência é sem dúvida um dos maiores problemas que qualquer novo governo terá que defender.

Os déficits da Previdência pública e as dificuldades em discutir a previdência do funcionalismo público é notório.

Recentemente, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, conversou com os coordenadores das campanhas dos principais candidatos para que quem vencer a disputa eleitoral se empenhe na aprovação da reforma da Previdência, que já tramita no Congresso, ainda no fim deste ano. Bolsonaro, caso seja eleito, deverá como primeira iniciativa apoiar a reforma que já tramita no Congresso, ainda no fim deste ano. Bolsonaro, caso seja eleito, deverá como primeira iniciativa apoiar a reforma que já está adiantada no Congresso.

A proposta do candidato do PSL, porém, é implantar de forma gradual o regime de capitalização, que começaria a valer apenas para os novos entrantes no mercado de trabalho.

4 – Autonomia do Banco Central

A autonomia do Banco Central sempre fez parte da pauta econômica e é defendida por muitos especialistas.

A autonomia do Banco Central também constará das prioridades da sua eventual administração. Na visão de auxiliares da campanha, há total apoio dos militares para essas medidas. No caso do BC, durante debate na Abimaq, no mês passado, o general Hamilton Mourão (PRTB),candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro (PSL), defendeu a autonomia e o mandato único. Cabe ao BC, disse Mourão ao ser perguntado, cuidar da inflação. Gerar empregos e crescimento não são tarefa da autoridade monetária, disse ele.

Redação Dinheirama
Aviso: Os textos assinados e publicados no Dinheirama.com não representam necessariamente a opinião editorial do Blog. Asseguramos a qualquer pessoa, empresa ou associação que se sentir atacada o direito de utilizar o mesmo espaço para sua defesa. Também ressaltamos que toda e qualquer informação ou análise contida neste blog não se constitui em solicitação ou oferta de seu autores para compra ou venda de quaisquer títulos ou ativos financeiros, para realização de operações nos mercados de valores mobiliários, ou para a aplicação em quaisquer outros instrumentos e produtos financeiros. Através das informações, dos materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog, os autores não estão prestando recomendações quanto à sua rentabilidade, liquidez, adequação ou risco. As informações, os materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog têm propósito exclusivamente informativo, não consistindo em recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza.

Comentários