Vencendo as barreiras da inovaçãoSem sombra de dúvidas, o fator mais requisitado dentro das corporações atualmente é a capacidade de inovar. Não só por conta da atual situação econômica em que o mundo se encontra, mas também porque sugerir modificações, inovar e querer fazer diferente podem ser diferenciais para atrair mais clientes, gerar maior lucro e ascender de cargo com maior freqüência e com maior facilidade dentro de uma empresa. Aliás, a inovação[bb] já é palavra de ordem há um bom tempo.

Você concorda que a todo o momento temos novas idéias, pensamos em coisas novas e que algumas vezes elaboramos em nossas mentes sugestões que poderiam ser incríveis caso saíssem de nossa cabeça e se tornassem realidade? E qual a razão disso não acontecer? Infelizmente, grande parte dos seres humanos ainda é resistente a mudanças – ou, pior, não acredita muito em suas próprias idéias. Com isso, a evolução dos processos se vê comprometida e, por conseguinte, o lucro da empresa também.

O que podemos fazer?
Sugiro que desenvolva o seu potencial em criar e enxergar as coisas com pontos de vista distintos, para que no futuro você possa inovar sem vícios. Você é um líder e quer saber um pouco mais sobre como gerenciar mudanças organizacionais? Que tal dar uma olhada na obra “Liderando Mudança” (Editora Campus), de John P. Kotter, um dos maiores especialistas do mundo em liderança nos negócios?

Tenho idéias, mas como convencer meu chefe de que elas são boas?
Embora existam muitos líderes que apóiem as sugestões de melhoria de sua equipe, é sempre muito fácil encontrar aquele chefe que não dá muita atenção àquilo que você diz, não é mesmo? Nesses casos, você precisa de influenciadores.

O planejamento de ações dentro de uma empresa geralmente envolve grupos formadores de opinião – pessoas que conseguem influenciar as outras com suas perspectivas. Por isso, se a sua idéia for bastante interessante, não a esqueça no momento em que seu companheiro de trabalho disser que é impossível realizá-la ou que ela não será boa para a empresa.

O caminho para dar certo e também para saber se o seu pensamento é válido é cultivar a sua idéia, aos poucos, com outras pessoas ligadas à alta cúpula e ao setor em que você pretende executar suas sugestões. Descubra primeiro quem são eles (o engenheiro sênior, o gerente de marketing[bb], o diretor de finanças, por exemplo) e certifique-se de que eles estarão ao seu lado antes de fazer sua proposição. Se você não os conhece, é hora de se mexer!

Embora alguns deles não sejam diretamente responsáveis pela tomada de decisão final, eles podem auxiliá-lo de maneira substancial no andamento de seu processo. Aliás, quando conversar com cada um deles, imagine-se realizando uma venda, assim como discutimos no artigo “Abordando, conquistando e merecendo o cliente!” – primeiro você deve conquistar a confiança para depois falar sobre seu “produto”.

A melhor abordagem é pedir um conselho especializado sobre o assunto. Assim você consegue descobrir qualquer problema que você poderá enfrentar ou que outra pessoa enfrentou quando tentou isso anteriormente. E lembre-se: o que para você é trivial para outros pode ser uma novidade – e vice-versa.

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Bruno Biscaia
é estudante de Engenharia de Produção, interessado em finanças, em gestão de pessoas e em inovação. Atua diretamente com marketing na empresa júnior da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e edita a seção de Empreendedorismo do Dinheirama.

Crédito da foto para stock.xchng.

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