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Venda de cimento começa 2024 em queda

Apesar do início de ano em queda, o Snic tem uma projeção de crescimento de 2% nas vendas de cimento neste ano, um acréscimo de 1,2 milhão de toneladas

por Reuters
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A comercialização de cimento no Brasil em janeiro caiu 2,1% sobre o mesmo período do ano passado, pressionada por quedas nas vendas em três das cinco regiões do país, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo sindicato de fabricantes do manterial, Snic.

As vendas de janeiro no país somaram 4,77 milhões de toneladas. Em dezembro, o volume foi de 4,5 milhões de toneladas. Segundo o Snic, as vendas de janeiro corresponderam a 198,6 mil toneladas, uma retração de 2,1% sobre o mesmo mês do ano anterior e de 0,6% em relação a dezembro do ano passado.

“O resultado de agora sinaliza que o fraco desempenho em 2023 persiste no início de 2024”, afirmou o Snic.

As vendas no Nordeste (-5%), Sudeste (-1%) e Sul (-6,2%) caíram na comparação com janeiro do ano passado. No Centro-Oeste houve alta de 3% e no Norte a comercialização avançou 5,2%.

Apesar do início de ano em queda, o Snic tem uma projeção de crescimento de 2% nas vendas de cimento neste ano, um acréscimo de 1,2 milhão de toneladas.

“Ainda que o cenário do ano seja incerto, a indústria do cimento segue otimista com a retomada dos investimentos em infraestrutura e com a possibilidade de elevar a presença do cimento e do pavimento de concreto como opção nas licitações de ruas, estradas e rodovias”, afirmou o Snic.

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