Na indústria de fundos de investimentos, é comum um fundo fechar para novas aplicações após alcançar determinado patrimônio. Em geral, são fundos que acumulam altas rentabilidades e possuem estratégias diferenciadas, bastante qualificadas, que é exatamente o que procuramos ao aplicar nosso dinheiro.

Um fundo fecha para aplicação com o objetivo de manter seu nível ótimo de eficiência, ou seja, a fim de garantir a qualidade da gestão dos recursos e continuar entregando bons resultados. A ideia é que o volume elevado de recursos não venha a ser um problema para gerir a carteira com a eficiência desejada. Por isso, há a restrição da captação.

Fazendo uma analogia: é como se a administração de uma pequena e lucrativa loja passasse a gerir um grande shopping center. Será preciso que se adapte e até mude as estratégias adotadas para obter a mesma rentabilidade. Outra opção é continuar apenas com a loja, dando bons retornos aos seus proprietários, a partir de uma estratégia de qualidade já implementada.

É importante destacar que um gestor pode fechar determinado fundo para captação sempre que achar que é o melhor a ser feito, mas esta decisão não é irreversível. A qualquer momento, o gestor pode reabri-lo, para que investidores realizem novos aportes.

Temos que fazer uma distinção: às vezes um fundo fecha por questões de liquidez. Nesse caso, a restrição é para saques. Com esta decisão, aprovada em assembleia, o gestor ganha tempo para atingir os objetivos do fundo, sem que as retiradas agravem um cenário adverso.

Uma oportunidade em um excelente fundo

Podemos exemplificar o encerramento para aportes com um fundo que vai fechar agora, em 31 de agosto. Estamos falando do Brasil Plural Equity Hedge 30. Vamos comentar a decisão do gestor, com base nas características que colocaram o fundo entre os mais premiados da sua categoria e o tornaram uma excelente opção de investimento.

O Brasil Plural Equity Hedge 30 é um fundo espelho, ou seja,  utiliza a mesma estratégia de investimento do Brasil Plural Equity Hedge, que tem rentabilidade acumulada de 157% do CDI desde o início. Isso significa um retorno de uma vez e meia a rentabilidade da renda fixa, mesmo em um ambiente de alta taxa de juros.

Em nenhum ano, o fundo fechou com rentabilidade abaixo do CDI. Já dobrou o capital de quem investiu desde o início, pois a rentabilidade nominal em pouco mais de cinco anos é de 106%. Vale destacar ainda que passamos por conjunturas bastante complicadas ao longo desse período.

Este ano, o fundo já acumula 160% do CDI. Sua meta de rentabilidade é 150% do CDI, todavia, para alcançar esse objetivo, o nível de risco é moderado. Variações negativas de curto prazo podem ocorrer. É um fundo multimercado e pode investir em ativos de renda fixa, no mercado cambial e em ações.

Em geral, a maior parte do fundo é alocada na Bolsa. Ele pode ficar mais ou menos exposto em ações, dependendo dos cenários econômicos doméstico e global. As estratégias são bem definidas e já se provaram eficientes. Além do mais, são constantemente monitoradas por sistemas de gerenciamento de risco, para garantir um controle rigoroso. É por isso que, mesmo aplicando grande parte do fundo em Bolsa, ele não apresentou nenhum ano negativo desde que foi lançado.

À medida que as posições convergem para os fundamentos, a volatilidade é reduzida para evitar quedas significativas ou quando se enganam com o cenário, como uma medida de preservação de capital. Dessa forma, o fundo tem apresentado consistência na gestão e uma elevada rentabilidade.

A experiência e o sucesso da equipe são reconhecidos pelo mercado e pelos investidores. Assim, o fundo alcançou patrimônio superior a R$ 1 bilhão, mesmo em um momento econômico não muito favorável, devido à maior aversão ao risco.

À frente da gestão estão especialistas com histórico de sucesso no mercado financeiro e capacidade de atuação em diversos mercados. Segundo a revista “Exame”, o Brasil Plural foi considerado “o melhor gestor independente do Brasil”.

Por essas razões, o fundo é uma excelente opção para os investidores de perfil moderado-agressivo, que têm horizonte de investimento de médio ou longo prazo. Em um  cenário econômico desafiador, aplicar em um fundo com essas características e histórico de rentabilidades é uma ótima oportunidade.

Lembrando que ainda há tempo de investir no Brasil Plural Equity Hedge 30, através do site da Órama. O fundo fecha dia 31 de agosto.

Nota: Esta coluna é mantida pela Órama, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Foto: Businessman analyzing investmen, Shutterstock.

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