Gastar sem culpa: será que você consegue?

Gastar sem culpa: será que você consegue? Deveria!

Gastar sem culpa! Com um bom planejamento e sabendo quais são as suas prioridades é possível gastar sem culpa e aproveitar as coisas boas da vida.

A educação financeira é a bola da vez. Só se fala nisso. Todo mundo despertou de um sono de décadas, e isso é para ser comemorado, pois muda vidas.

Minha vida e de muitos conhecidos mudou drasticamente após começarmos a consumir conteúdo que explica, de forma simples, como cuidar do dinheiro. Vida é tempo. Se vendemos nosso tempo em troca de dinheiro, dinheiro vale tempo, que vale…VIDA!

Dinheiro é sim um instrumento de libertação e que te dá o poder de escolha. Se você não tem nada, aguentar aquele emprego ruim não é uma escolha, é uma obrigação.

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Gastar sem culpa: a relação das pessoas com o dinheiro

Aguentar o parceiro (a) fazendo piadinhas a seu respeito em público vira obrigação e desbota a vida. Aguentar um casamento ruim para não ter de abrir mão de um padrão de vida é um preço muito caro para homens e mulheres.

Homens que se sentem responsáveis pela esposa também se sentem presos. E vida boa é vida livre, né? Em que você não somente aguente as coisas, mas celebre e saiba gastar com alegria, pois dinheiro é feito pra isso.

Eu e você, leitor do Dinheirama, estamos espertos, sabemos sobre  taxas,  juros e investimentos, mas sabemos gastar também, sem culpa?

Ouça: DinheiramaCast – Mídias sociais ajudam ou atrapalham na educação financeira?

Gastar sem culpa é realmente possível?

Confesso que estou com essa dificuldade. Sei economizar, sei fazer renda extra, hora extra, marmita. Sei investir, sei viver sem carro, sei  ir ao supermercado com listinha organizada. Sei planejar uma viagem ou passeio, mas não sei relaxar e gastar sem culpa. Não é possível que eu esteja sozinha nessa.

No final do ano passado, voltando da CCXP com meus filhos, paramos numa lanchonete  dessas na estrada e gastamos quase o valor de uma compra semanal de supermercado.

Ninguém esbanjou, mas  as coisas são caríssimas mesmo. Minha razão dizia: relaxa, você trabalhou pra isso, está tudo dentro do orçamento que fizemos para este passeio.

Fique feliz e celebre! Minha emoção gemia e rangia dentes, pensando em quanto eu teria de trabalhar para ganhar aquele valor líquido.

Ao menos desta vez, consegui só revirar os olhos em silencio, sem contaminar a família e fazer tudo perder a graça. Ponto pra mim. Evoluindo aos poucos.

Leia também:  Eu preciso ter um objetivo para começar a guardar dinheiro?

Equilíbrio um ponto difícil de alcançar

O equilíbrio é difícil de alcançar. Economizar, mas não ser muquirana. Investir, mas  ter sempre em mente que o dinheiro é uma ferramenta que devemos controlar. Se fosse  fácil, todos fariam. Não é fácil.

Os extremos costumam ser mais reconfortantes em curto prazo. Gastar como se o mundo fosse acabar. Depois chorar, colocar a culpa em alguém e seguir andando em círculos. Ou ser pão duro, aquele que nunca se permite nada.

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Gastar sem culpa, qual estratégia usar?

Estratégias podem ser usadas para conseguirmos aproveitar melhor aqueles momentos de, finalmente, gastar.

Descobri que preciso visualizar. Sento, faço contas, enxergo onde falta ou sobra dinheiro e onde posso gastar com prazer.

A amarga sensação que estou gastando dinheiro importante para o futuro dos meus filhos estraga tudo. Preciso me prevenir  para que esse sentimento não apareça. Para isso, o planejamento é essencial, mas não infalível.

Leia também: Gastar menos do que ganha: ajuste seu padrão de vida

Técnicas para gastar sem culpa

Controle emocional e treino são úteis. Planejar, ver que deu certo, curtir, repetir. Ser indulgente comigo mesma na medida certa é uma das tarefas mais difíceis que conheço.

Uns tendem a ser bonzinhos demais, outros carrascos demais, como eu. Autoconhecimento e experiência vão nos tornando menos  extremistas, e nos trazem sabedoria para desfrutar do que nos esforçamos para conquistar.

Já dizia a música: “desejo que você  ganhe dinheiro , pois é preciso viver também. E que você diga a ele , pelo menos uma vez, quem é mesmo o dono de quem”.

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