Psicologia Econômica será tema de coluna no DinheiramaCaro leitor, é com enorme satisfação e alegria que inauguramos hoje a coluna dedicada à Psicologia Econômica aqui no Dinheirama. Minha parceria com este espaço vem lá do início de 2011 quando, a convite do amigo Conrado Navarro, escrevi meu primeiro artigo para o site. Durante este tempo, nossas relações foram se estreitando, pudemos perceber um grande alinhamento e congruência entre nossas ideias e ideais.

Aos poucos, fomos construindo uma relação de confiança e parceria mútuas que geraram bons frutos – já são doze textos publicados no Dinheirama. Há alguns meses, Navarro propôs uma coluna específica sobre Psicologia Econômica e, com muito cuidado, determinação e comprometimento fomos dando forma ao sonho.

O assunto merece destaque!
O objetivo da coluna é trazer quinzenalmente para você, leitor, um pouco do que é a Psicologia Econômica, o que está sendo feito e falado por aí afora sob a ótica dessa área fascinante, assim como pesquisas, fóruns, debates, resenhas, entrevistas e, para quem já conhece um pouco do meu jeito de escrever, alguns artigos provocativos.

A coluna contará também com contribuições de outros autores, também especialistas na área, que assim como eu compõem o Grupo de Estudos sobre Psicologia Econômica conduzido pela Dra. Vera Rita de Mello Ferreira, precursora da Psicologia Econômica no Brasil.

Em meio a tantas informações, novidades e modismos relacionados às questões econômicas, o que pretendemos é levar a você informação séria, de qualidade e em linguagem acessível.

Sobre o que vamos falar?
Só para deixar um gostinho do que vem por aí, o grande diferencial da Psicologia Econômica é que sempre tratamos das questões econômicas a partir do mundo real povoado por pessoas comuns, como eu e você, que nem sempre tomam as melhores decisões; que são influenciadas por outros, pelo ambiente, pela própria cultura; pessoas que às vezes metem os pés pelas mãos; que não aprendem com os próprios erros.

Enfim, pessoas muito diferentes do tal homem econômico proposto pela Economia, que Thaler e Susnstein definem de maneira bem humorada, em seu livro “Nudge: O empurrão para a escolha certa”, como alguém que “pode pensar como Albert Einstein, armazenar tanta memória quanto o Big Blue da IBM e ter a força de vontade de Mahatma Gandhi”.

Ah, e só para finalizar, questões econômicas não se resumem às finanças. Quando falamos em Economia falamos da alocação de recursos escassos para a satisfação das necessidades humanas. Portanto, o dinheiro é apenas um desses recursos. Saúde, tempo e recursos naturais também podem ser considerados alvos de estudo da Economia.

Bem, espero que gostem, comentem, compartilhem, critiquem, mas que, sobretudo, usufruam do conhecimento que a Psicologia Econômica tem a oferecer – porque nossa missão é contribuir com a formação de cidadãos autônomos, críticos, responsáveis e equilibrados.

Conto com você! Sugira temas, aponte caminhos, deixe suas dúvidas e procuraremos abordá-las nesta coluna quinzenal. Participe usando o espaço de comentários mais abaixo. Até a próxima!

Adriana Spacca Olivares Rodopoulos
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