O meu sonho de chegar ao primeiro milhão e, consequentemente, à independência financeira teve vários erros. Tentei transformar esses sonhos em realidade de forma totalmente equivocada. Não percebi que é necessário um processo bem planejado para a construção desses sonhos (que não acontecem da noite por dia), além de subestimar a responsabilidade no que diz respeito ás leis e ética.

O objetivo desse artigo é demonstrar a importância de se alinhar a intenção de alcançar a independência financeira a outros critérios legais, éticos e morais, sem os quais o enriquecimento não será aceitável. Pois ser rico é também ter qualidade de vida, além de liberdade de fazer o que se gosta.

Eu sei do que estou falando, afinal fui tentar me tornar milionário servindo de “mula de tráfico de drogas”. Como devem saber, fui preso e passei oito anos atrás das grades. Tive a oportunidade de refletir e reconhecer que o caminho outrora escolhido para enriquecer não era legal, ético, muito menos moralmente aceitável. Clique aqui para ler minha história.

Quando pensei em escrever sobre o que me levou para a prisão, percebi que tudo aconteceu por causa de sonho de enriquecer de forma fácil rápida. Quando vi o título do artigo do amigo Conrado Navarro, “Então você quer ficar rico? Milionário? Riqueza é isso?” (clique para ler), decidi compartilhar a minha experiência nesse sentido.

Através da educação financeira, pude perceber que há meios legais de chegar ao meu objetivo (independência financeira). Aprendi que apesar de possível, não será da “noite para o dia”. Várias formas de enriquecimento fáceis foram apresentadas a mim, inclusive enriquecer na Bolsa sem controle de riscos – cheguei a ter a bolsa como única forma de investimento.

A primeira coisa que reaprendi foi a premência de uma mudança do paradigma em relação a riqueza e sua funcionalidade. Uma das frases que me chamou atenção foi um pensamento de um autor que desconheço que diz assim: “Quando a situação for boa, desfrute-a. Quando a situação for ruim, transforme-a. Quando a situação não puder ser transformada, transforme-se”.

Foi exatamente o que eu fiz quando reconheci os erros cometidos em busca de independência financeira e ao participar especialmente no eBook gratuito “Educação Financeira: Investindo numa vida feliz” (clique para download), uma parceria entre Órama e Dinheirama.

Fui me inspirando em quem pode me ensinar coisas novas sobre educação financeira e aprendi que a melhor forma de chegar ao meu primeiro milhão é seguir os passos de quem já trilhou o mesmo caminho. É preciso reconhecer as etapas de criação de riqueza e essas etapas necessariamente passam por eleger as prioridades, fazermos sacrifícios, nos comprometermos e termos foco.

Por isso, sigo as recomendações feitas no eBook, bem como leio tudo relacionado ao tema “investimentos” – busca por conhecimento e experiências para conquistar a independência financeira através de bons investimentos.

Além disso, procuro relacionar-me com investidores e empreendedores que admiro, tais como o amigo Conrado Navarro. Posso dizer que o conselho dado por ele de contar a minha experiência está dando certo, pois mesmo morando longe (Ceará), hoje colaboro com muito orgulho com este site, trocando ideias e opiniões com leitores (as) através desses textos.

Preciso frisar que o meu contato com gestores e instituições financeiras para chegar ao meu objetivo se deu a partir da participação em feiras sobre o mercado financeiro e experiências enquanto investidor, desde 2010. Desde então, cometi vários erros por não ter tido a paciência de estudar primeiro para depois investir. Mas com apoio do Dinheirama e outros sites de educação financeira, como Bastter.com, acredito estar no caminho certo rumo à independência financeira.

Por fim, reconheci que educação financeira pode ser, sim, uma fórmula para a felicidade à medida em que se transforma num investimento melhor para a vida toda. Gostaria de destacar uma das coisas que me chamou atenção no eBook gratuito “Educação Financeira: Investindo numa vida feliz” (clique para download).

Segundo aos autores, “ao contrário do que vemos na maneira de agir das pessoas e dos investidores, olhar-se como vítima só reforça o quanto você prefere esperar que uma solução apareça ao invés de buscá-la de forma proativa”.

Apesar de tudo que passei no cárcere e enquanto egresso do sistema prisional, não me sinto vítima, mas senhor da minha própria mudança de vida, trabalhando honestamente, poupando e investindo, embora recebendo pouco mais que um salário mínimo. Reconheço que a minha independência financeira depende de mim. Hoje, se sou um investidor, qualquer um que queira pode ser também.

E como diz o Navarro, “tenha em mente que escolhas fáceis agora geralmente entram em conflito com o que facilita a vida no futuro. Se quer educação financeira de verdade, entenda que ela é um processo. Lento. Exigente. Duro. De longo prazo. Mas libertador, porque real. Rico, porque fruto de sua escolha. Ideal, porque de acordo com as suas prioridades”. Para mim, agir assim faz toda diferença e sentido! Até a próxima.

Foto “Business man showing dollars”, Shutterstock.

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